Notícias sobre Ambiente. Sem patrocínios privados ou estatais. Desde janeiro de 2004.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Afinal os fumos de enxofre são coisa séria

Lake Karrinyup Country Club, Perth, Australia. Foto: Paul Kane/Getty Images

Os impactos do incêndio em armazéns de enxofre da SAPEC, em Mitrena, Setúbal, continuam a dar que falar, apesar de nos primeiros momentos o problema ter sido menosprezado e tratado com alguma ligeireza. A SAPEC faz publicidade dos seus produtos e os media têm que a tratar bem. Compreende-se.

Dizem uns que houve falhas na medição da qualidade do ar no local da Sapec no dia do acidente e que as medidas cautelares foram tomadas tardiamente
Diz-se também que a qualidade do ar foi boa em muitos sítios precisamente porque a nuvem de enxofre não passou onde havia estações de monitorização.
Refere-se ainda que as concentrações do poluente da Sapec atingiram o Seixal, Alverca, Chamusca, Ílhavo e Porto. Em Paio Pires registaram-se 700 microgramas na estação de monitorização de qualidade do ar em Paio Pires. 

Sublinhe-se o cuidado, a reverência com que a situação é descrita pela investigadora Joana Monjardino, do departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a fazer fé na citação do JN: «há níveis UM BOCADINHO MAIS ELEVADOS DO QUE É NORMAL (o sublinhado e maiúsculas nossas) porque há muito tempo que não há problemas para este poluente e qualquer emissão mais elevada de dióxido de enxofre ou poluentes relacionados vai notar-se nas concentrações das estações».
Share:

0 comments:

Translate

Pesquisar no Ambiente Ondas3

Património

O passado do Ambiente Ondas3

Ver aqui.

Amig@s do Ambiente Ondas3

Etiquetas

Arquivo do blogue