sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Bico calado

Imagem captada aqui.
  • Madeireiro recebia dinheiro de empresários por incêndios para que a madeira queimada pudesse ser adquirida a preços mais baixos. CM.
  • «(…) A partir do momento em que um Juiz (...) se expõe assim, eu ganho uma legitimidade que não tinha. O meritíssimo passa a ser um homem que falou em público. Mais um. E desceu do estrado. Estamos agora à mesma altura (terá vexa minguado ou eu crescido). Bem-vindo à realidade. vexa colocou de lado a magistratura e resolveu guiar-se pelo enorme umbigo que ostenta. Não falando – e quero crer que não o fez – no caso que ora o faz rei, questiono. Tenho curiosidade, não sei se vexa esclareceu tal facto na entrevista, em saber se acaso recebeu autorização do Conselho Superior de Magistratura para esta novela em que hoje aceitou entrar. Às tantas, não é preciso. Mas coloco a questão por um motivo simples, não sei se enderece a queixa que amanhã mesmo farei ao Provedor de Justiça ou ao CSM ou a ambos. Por certo questionarei a Ordem dos Advogados (e valerá apenas como conselho) sobre o que hoje se passou. (…)» Rogério Costa Pereira in dr. Carlos & juiz Alexandre. Fonte.
  • «Esta semana, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou, a título póstumo, com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito, António Champalimaud. Ora este «título», é destinado a galardoar «actos ou serviços meritórios praticados no exercício de quaisquer funções, públicas ou privadas, que revelem abnegação em favor da colectividade». Não deixa de ser irónica a escolha, quando falamos de alguém que, no seu percurso de vida, acumulou uma brutal fortuna assente nas benesses do Estado e na exploração do povo português e dos povos das colónias, passando por vários negócios obscurosAbril Abril.
  • «(…) Mesmo depois do investimento das últimas 3 décadas no ensino da música, a verdade é que, apesar de ter havido uma grande evolução no meio musical do lado dos músicos, esta ainda não chegou ao nível do público e dos media. Há duas décadas atrás fiz parte do júri do Festival da Canção da RTP. A par de mim, eram sempre convidados colegas de profissão ou seja, músicos. Havia uma preocupação em escolher professores de música para esse júri. O primeiro sinal de mudança senil veio aquando da minha ultima participação – foram convidados os profissionais e... a maratonista Manuela Machado. Claro que a famosa corredora - que é uma pessoa séria e sabe dar o devido valor às coisas - pôs-nos logo à vontade: nós escolhíamos a música (“porque percebíamos da poda”) e ela dava a entrevista na hora de comunicar os resultados... De lá para cá surgiram os concursos de talentos que ocuparam o lugar do saudoso festival. Hoje, para ser júri de uma coisa daquelas, basta ser famoso... sim, famoso! Alguém é capaz de me explicar como é que cantores da pop como Anselmo Ralph ou Mickael Carreira que nada percebem de técnica vocal nem de música, podem arvorar-se a juízes e mais ainda, a mentores ou professores de canto? Vão ensinar o que não sabem? Achavam normal que eu, que tenho o mestrado em música, fosse convidado para júri num concurso de chef's/cozinheiros? Ou chamado a opinar sobre maratonistas, quando nunca corro? Ou ainda, a fazer parte do júri de um prémio para cirurgiões? (…)» David Martins, FB.
  • Na administração pública moçambicana rouba-se dinheiro do povo através de funcionários despreparados e gestores incautos. A Verdade.
  • Os maiores produtores de leite norte-americanos foram multados em 52 milhões de dólares por terem abatido mais de meio milhão de vacas para reduzirem a oferta de leite e assim inflacionarem os preços. CNS.

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