Newsletter: Receba notificações por email de novos textos publicados:

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

BICO CALADO

Denver Post
  • Três anos do 7 de Outubro: "A desproporção é flagrante". Miguel Szymanski, rfi.
  • Apenas 37% dos israelitas acreditam que o seu país venceu a guerra na Faixa de Gaza, enquanto 63 por cento acreditam que um ataque semelhante ao de 7 de outubro de 2023 poderá voltar a ocorrer, de acordo com uma sondagem de opinião israelita publicada pelo Canal 13 de Israel. Fonte.
  • Um dos principais conselheiros do embaixador dos EUA em Israel tem sistematicamente ocultado, atrasado e reescrito telegramas diplomáticos internos para proteger o governo do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu do escrutínio de Washington, de acordo com uma investigação baseada em entrevistas a mais de uma dúzia de funcionários norte-americanos e na análise de registos internos do Departamento de Estado. Fonte.
  • “(…) Com esta matéria-prima, ser democrata é ser seguidor. Ser seguidor é considerar infiel quem não segue. Quem não segue não pertence e quem não pertence é inimigo. Para inimigo há uma ementa diversa: ódio, esquecimento, ridicularização, comiseração, inferioridade. Mas tudo isto é administrado com muita vaselina de piadas, testemunhos, música leve e, se possível, muita cor e muita velocidade. Pensar é parar e parar é extraviar-se do rebanho. O rebanho é o caminho que não se faz a caminhar pela simples razão de que já está feito. (…)” Boaventura Sousa Santos, As eleições no Brasil: pensar o impensável – A viagem dos argonautas.
  • Um ex-presidente, dois ex-diretores e mais sete arguidos foram acusados pelo Ministério Público por alegadamente terem delineado, entre 2015 e 2017, um plano para manipular a adjudicação de obras na Águas de Gaia, empresa municipal do universo da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia. O alegado plano passava pela realização de obras por ordem verbal em vários arruamentos, acompanhadas por funcionários da empresa municipal, sendo posteriormente criados procedimentos de contratação para garantir o pagamento às empresas. O Ministério Público sustenta que esses procedimentos eram instruídos com dados genéricos, dificultando a fiscalização, e que as intervenções eram artificialmente divididas para permitir o recurso a procedimentos não concorrenciais. A acusação aponta ainda para a alegada manipulação dos preços unitários das propostas apresentadas pelas empresas, com a indicação de valores considerados irrisórios para garantir a adjudicação das empreitadas. A acusação refere também a utilização de diferentes empresas do mesmo empresário para contornar limites legais aplicáveis a procedimentos sem concorrência. Maré Viva 7Out2026.
  • Chamar os 'boys' pelos nomes. Miguel Szymanski resume a análise da conferência de imprensa da dupla Rubio&Rangel.




Sem comentários: