Incêndio em maio de 2025 na plataforma operada pela Cabinda Gulf Oil Company, subsidiária da Chevron, localizada no Bloco 14, ao largo da costa de Cabinda. Imagem: AMOG.
- Operações das grandes petrolíferas europeias, britânicas e norte-americanas, - ExxonMobil, BP, Eni, Equinor e Sonangol - , no Bloco 15 têm provocado derrames de petróleo de forma sistemática nos mares de Angola há 13 anos, deixando os residentes doentes (infeções cutâneas, dos problemas gastrointestinais e das náuseas) e sem condições para se alimentarem, uma vez que muito do peixe capturado se envcontra contaminado. Várias queixas foram ignoradas, enquanto a Chevron pede aos pescadores que façam a limpeza ao abrigo de «acordos de trabalho voluntário. Pelo menos 13 países em todo o mundo beneficiam deste petróleo, incluindo Espanha, Itália, Canadá, EUA, Índia e China. Mais de 370 milhões de barris de petróleo foram enviados para refinarias. A cadeia tem ligações com algumas entidades controversas, como a Trafigura e a Glencore, na qualidade de fretadores. A TotalEnergies, a Shell, a ConocoPhillips, a Sinopec e a Sinochem também atuam como fretadores, enquanto a Sinopec, a IOC, a Sinochem, a Nayara Energy, a Repsol e a Petronas adquirem petróleo proveniente do bloco 15 em questão. Fonte.
- Fort McKay, uma comunidade indígena no norte de Alberta, situada perto de importantes explorações de areias petrolíferas, está a sofrer uma grave poluição por poeira que, frequentemente, excede os limites provinciais de qualidade do ar. Durante um período de amostragem de 24 meses (2022–2025), Fort McKay excedeu as diretrizes de Alberta relativas à precipitação de poeira 17 vezes e quase duplicou o limite aceitável em cerca de 20% das ocasiões. A comunidade está rodeada por minas a céu aberto, estradas, áreas desmatadas, pedreiras e lagoas de rejeitos. Fonte.
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