- O rápido crescimento do turismo de cruzeiros na Velha San Juan, em Porto Rico, está a sobrecarregar as infraestruturas da cidade histórica e a alimentar a frustração dos residentes. Há cada vez mais engarrafamentos, as ruas de calçada degradam-se e os residentes queixam-se da baixa pressão da água quando os navios de cruzeiro estão a ser abastecidos. A cidade também carece de casas de banho públicas suficientes e de forças de segurança adequadas para gerir as multidões. Embora o governo promova ativamente a indústria dos cruzeiros - 30,8 milhões de dólares foram atribuídos em incentivos às companhias de cruzeiros entre 2023 e 2025 -, o impacto económico é considerado superficial, uma vez que os passageiros costumam comer e beber a bordo. Este crescimento está a transformar a Velha San Juan de um bairro vivo num «parque temático flutuante». Muitos estabelecimentos que serviam os residentes, como mercearias e consultórios médicos, foram substituídos por lojas de lembranças, restaurantes e bares. Isto contribuiu para um declínio de 32% na população do núcleo urbano da Velha San Juan entre 2010 e 2020. Os residentes queixam-se de que o governo impôs este modelo turístico sem participação pública nem estudos rigorosos para determinar a capacidade da cidade histórica. Um projeto proposto para um hotel-casino da Hard Rock também é alvo de críticas por não se adequar à arquitetura histórica de Velha San Juan. Fonte.
- As autoridades da Gronelândia obrigaram uma empresa petrolífera norte-americana ligada a Donald Trump a adiar a perfuração de poços no território Ártico, contrariando as afirmações do enviado do presidente dos EUA de que os norte-americanos poderiam estar a extrair petróleo bruto já no próximo ano. Fonte.
- Dias de intensa chuva provocaram inundações generalizadas em Manila, a capital das Filipinas, e encheram os cursos de água da cidade de detritos. Está em curso uma operação de limpeza em grande escala, que envolve equipas de trabalhadores e maquinaria pesada. Fonte.
- Não é verdade que os painéis solares deixam de funcionar ao fim de 25 anos. Um novo estudo liderada por Ebrar Özkalay na Universidade de Ciências Aplicadas e Artes do Sul da Suíça revela que o fim da garantia não significa o fim da vida útil e que o desempenho na prática pode prolongar-se por décadas. Fonte.
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