- A Câmara Municipal de Espinho contratou uma empresa para analisar o património imobiliário do concelho e as receitas provenientes de IMI, IMT e Derrama. O trabalho terá a duração de 60 dias e custa 14 mil euros, acrescidos de IVA. Fonte.
- A demissão do procurador do TPI, Karim Khan, foi um ato motivado por razões políticas, e não jurídicas, destinado a proteger Israel e os seus aliados de serem alvo de processos por crimes de guerra. Apesar de não terem sido encontradas provas de má conduta, Khan foi destituído pela Assembleia dos Estados Partes (um órgão político). Os principais beneficiários são Israel e os EUA, que têm um historial de intimidação dos procuradores do TPI. Essa guerra secreta já vem de longe: a Mossad ameaçou a antecessora de Khan, Fatou Bensouda, incluindo ameaças contra ela e a sua família. Aliás, os próprios EUA e Israel ameaçaram Khan, depois de este ter emitido mandados de detenção contra Netanyahu e Gallant. A situação de Khan é semelhante à de Julian Assange, tendo as alegações não comprovadas de má conduta sexual sido amplificadas para o desacreditar e neutralizar, desviando a atenção da verdadeira questão: a acusação de líderes ocidentais e israelitas por crimes de guerra. O TPI terá ficado paralisado, prevendo-se que os futuros procuradores sejam dissuadidos de instaurar processos contra Estados poderosos, deixando o mundo sem um tribunal internacional funcional capaz de responsabilizar os Estados predatórios pelos seus crimes. Jonathan Cook, Substack.
- A Grécia aprovou um pacote de defesa no valor de 4,89 mil milhões de dólares para desenvolver um sistema integrado de defesa aérea baseado em inteligência artificial, denominado «Achilles’ Shield» — produzido em colaboração com Israel. Fonte.
- A realidade é uma conspiração comunista - Sobre o MAGA e a mentalidade totalitária. Paul Krugman, Substack.
- A proibição de robôs humanóides em Washington tem a ver com a concorrência, não com a segurança. Enrique Dans, Medium.
- Comfortably Numb Re-Imagined, Roger Waters & Mona Miari.
- No seu discurso à nação, proferido a 19 de julho, o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, afirmou que, quando se realizarem as próximas eleições no país, em 2027, ninguém que tenha promovido uma insurreição violenta contra o governo em 2018 poderá candidatar-se a um cargo eleito. Esta promessa foi interpretada de forma unânime pelos media ocidentais como uma proibição total do direito de voto, o que suscitou reações histéricas por parte do Departamento de Estado dos EUA e em toda a região sul da Flórida. Fonte.
- O Irão ameaçou bloquear navios pertencentes a países e empresas que recebam indemnizações provenientes de ativos iranianos congelados. Teerão afirmou que o aviso surgiu na sequência dos planos dos EUA de utilizar fundos iranianos bloqueados para indemnizar navios danificados durante a guerra. Fonte.
- A domesticação da inquietude. Fernando Marques, Esquerda.
- A BMW junta-se à VW, à Porsche e à Mercedes-Benz na redução de milhares de postos de trabalho, à medida que os concorrentes chineses vão minando a sua quota de mercado. Fonte.
- A Amnistia Internacional alerta que a Índia corre o risco de se tornar cúmplice do genocídio em Gaza ao vender armas a Israel. Fonte.
- Onde estão os 13 biliões de dólares do petróleo venezuelano capturado pelos EUA, pergunta o insuspeitíssimo Financial Times.
Sem comentários:
Enviar um comentário