- A Galp fixa os preços dos combustíveis não com base nos custos que suporta, mas utilizando os do mercado internacional especulativo devido às guerras, aumentando assim os seus lucros 5,8 vezes (os lucros médios subiram de 247 milhões de euros para 1421 milhões por ano). Governo, Ense e Erse, capturados pela Galp, mantêm-se passivos, nada fazem, anunciam os aumentos de preços e dizem “tudo está conforme”. Eugénio Rosa.
- O Pentágono está a roubar aos trabalhadores pobres para financiar a guerra e enriquecer os empreiteiros. Em 2025, foi deduzido mais de 4 000 dólares do salário médio dos contribuintes norte-americanos para financiar o Pentágono; nos próximos anos, esse montante deverá aumentar, uma vez que o Congresso está a ponderar um orçamento de guerra de 1,5 biliões de dólares para 2027. Fonte.
- PJ detém israelita que transportava drogas sintéticas para festival em Ponte de Sor. Fonte.
- O que é o neoliberalismo. Richard Murphy.
- As imobiliárias israelitas estão a promover e a vender terrenos na Cisjordânia ocupada — terrenos que pertencem aos palestinianos — a compradores judeus norte-americanos. A expansão dos colonatos que está a ser promovida é impulsionada pelas contínuas expropriações de terras palestinianas. As expropriações recentes incluem aproximadamente 700 dunams para Karnei Shomron e 2 640 dunams perto de Ma’ale Adumim. Estas fazem parte de planos mais amplos, como o «plano E1», que visa construir milhares de novas habitações e dividir efetivamente a Cisjordânia em duas partes. O Estado israelita recorre a um processo em várias etapas para confiscar terras, declarando-as frequentemente «terras do Estado» alegando que estão «insuficientemente cultivadas» ou designando-as como zona militar fechada. As terras são depois arrendadas aos compradores por um período de 99 anos renováveis, mantendo o Estado a propriedade. Os colonatos são promovidos como subúrbios pacíficos e acessíveis de Jerusalém, uma estratégia que, segundo os especialistas, encobre o projeto dos colonatos e o normaliza na consciência pública. Isto é reforçado por benefícios estatais, como isenções fiscais e infraestruturas subsidiadas para os colonos. Em última análise, trata-se de uma batalha viciada, em que os direitos dos potenciais compradores judeus de Nova Iorque têm prioridade sobre os dos palestinianos, proprietários das terras, refletindo a mesma lógica de força que expulsou os palestinianos das suas casas em 1948. Fonte.
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