- “Não se debate com fascistas. Combate-se. O fascismo tem como premissa o irracionalismo, não mobilizam argumentos, interrompem, gritam, mentem, são cães raivosos esmagados pela concorrência, são milícias. Quando podem, matam, quando não podem mentem, e defendem abertamente assassinos e corruptos como Oliveira Salazar. Não se pede a um fascista que seja educado. O problema de Trump não é que ele é buçal e bruto ou mesmo louco. O problema é que manda matar 160 crianças numa escola; o problema de Ventura não é que ele é mal educado, rude, mentiroso e aldrabão, o problema é que ele é um fascista, que defende um regime de violência contra os opositores. Não foi um debate, foi mais uma cena sofrível, como todas as que vemos hoje diariamente nas TVs, com comentadores ao estilo Ventura, agora há vários, não sei os nomes, mas quando entro num café e há uma TV ligada há sempre um/umas que berram e gesticula barbaridades. Porque não pedir bons modos ao genocida Israelita ou doçura a sequestrar e isolar países? Não foi uma aula de história, nem um desmascarar na ignorância de Ventura. Foi apenas mais um dia normal da anormalidade das TVs portuguesas, que resolveram ser espelho das instituições, em vez da sua crítica.” Raquel Varela, Não se debate com fascistas.
- “A Meta tem vindo a argumentar há anos, com aquela mistura de cinismo corporativo e arrogância monopolista, que as suas plataformas são simplesmente espaços neutros nos quais, de vez em quando, acontecem coisas lamentáveis. Mas quando um júri começa a dizer o que a empresa tem negado há demasiado tempo, e quando escritórios de advogados começam a anunciar na Meta, procurando representar vítimas do seu design viciante, a reação da empresa não é rever o seu modelo, assumir a responsabilidade ou corrigir o produto, é simplesmente remover esses anúncios. Nenhuma tentativa de discutir o mérito da questão. Em vez disso, mais uma vez, ignorar o problema.” Enrique Dans, Medium.
- A Itália suspendeu a renovação automática do seu acordo de defesa com Israel. Fonte.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão acusa o YouTube de tentar «suprimir a verdade» ao banir a Explosive Media, a conta responsável por uma série de animações virais ao estilo Lego que ridicularizam a guerra entre os EUA e Israel. Fonte.
Sem comentários:
Enviar um comentário