- O Ministério do Ambiente e Energia reformulou o regime de cálculo da remuneração das centrais de biomassa, passando a atribuir maior peso ao contributo de cada unidade na gestão integrada de fogos rurais. A alteração procura reforçar o papel destas centrais na prevenção de incêndios e na gestão florestal. Com a nova portaria, a remuneração das centrais passa também a estar indexada à área ardida na respetiva região de influência, num período de referência até três anos. Fonte.
- A Quercus alerta para risco de contaminação do Rio Zêzere com resíduos tóxicos da extração mineira e pede mais fiscalização à qualidade da água, especialmente depois do colapso da barragem de lamas das Minas da Panasqueira de que resultou o arrastamento de uma considerável quantidade de resíduos inertes tóxicos para os cursos de água próximos, nomeadamente a ribeira de Cebola, um afluente do rio Zêzere. Em causa estão metais pesados altamente tóxicos como o chumbo e o arsénio, decorrentes da atividade mineira, e que só por si são motivo mais do que suficiente para a existência de fiscalização mais meticulosa. Este episódio motivou, aliás, a suspensão da captação de água num ponto de abastecimento local e impulsionou a necessidade de análises para controlo da qualidade da água por parte da Câmara Municipal da Covilhã. Fonte.
- O projeto mineiro de volfrâmio "San Juan" em A Gudiña, na província galega de Ourense, situa-se a menos de dois quilómetros do concelho português de Vinhais e do Parque Natural de Montesinho. Apesar desta proximidade, o projeto avança “sem que estejam cumpridas as obrigações internacionais de consulta e avaliação transfronteiriça que vinculam o Estado português”, refere do deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo. Fonte.
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