- Espinho – banho de ano novo 2026. Fonte: Gazeta de Espinho.
- Câmara da Lagoa deu como sem efeito o projeto do Centro de Cuidados Renais, declarando a caducidade do processo. A decisão da Câmara Municipal surge após meses de silêncio por parte da empresa promotora, a Medifarma – José Horácio Rego Sousa, Lda., que havia solicitado um alargamento substancial dos prazos para o início da operação da unidade. As suspeitas em torno deste investimento foram levantadas originalmente pelo Bloco de Esquerda (BE). O deputado António Lima denunciou que o projeto privado é promovido pelo irmão da presidente do Conselho de Administração do Hospital Divino Espírito Santo (HDES), Paula Macedo. Para os bloquistas, a intenção de externalizar o serviço de hemodiálise do hospital público coincidia com o avanço deste centro privado e com a retirada das verbas para obras na unidade pública do Plano de Investimentos para 2026. Fonte. É trágico constatar este esboroar dos serviços públicos em prol de entidades privadas, cujo objetivo primordial é o lucro – obtido, neste caso, à custa do bem-estar das pessoas. É, portanto, digno de elogio a frontalidade e a determinação das instituições que trouxeram este caso a público, empenhadas em salvaguardar os direitos conquistados com o 25 de Abril.
- Município de Lagoa, Açores, lidera a construção de casas novas em Portugal, mas o recorde de oferta é acompanhado por uma escalada de preços: no último triénio, a avaliação imobiliária disparou 23,4%. Fonte: Diário da Lagoa, Janeiro de 2026.
- Porquê chamar-lhe genocídio? Pergunta Tucker Carlson. Ouça a resposta de Francesca Albanese.
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