- “(…) Quando vai a Washington, integrado na comitiva de uma ditadura que o usa há anos como tira-nódoas, para sorrir e elogiar um alucinado aspirante a ditador, que é cúmplice direto da morte de milhares de mulheres e crianças em Gaza, marca a sua posição. Não há duas formas de ler isto. Pode fazer a caridade que quiser a seguir, pode dar sangue e financiar escolas. Ali, está a dar o seu apoio público a uma ditadura (algo que não é novo) e a validar um genocida com pouquíssimo respeito pelas mais elementares regras da democracia. Esta foi a escolha do Ronaldo, a marca mundial que pode usar a sua influência para o que lhe apetecer. O homem que não aparece no funeral de um colega ou na qualificação da sua seleção, para não atrair atenções, escolhe desviar as mesmíssimas atenções para validar ditadores. Para alguns a honra de uma vida, para mim uma vergonha que o marcará muito para lá do último pontapé na bola. (…)” Tiago Franco, RONALDO, O TIRA NÓDOAS.
- Richard Falk, 95 anos — famoso estudioso de direito internacional e ex-relator especial da ONU com foco nos direitos palestinos — foi detido e interrogado por várias horas juntamente com sua esposa, a jurista Hilal Elver, quando o casal entrava no Canadá para uma conferência sobre a cumplicidade daquele país com o genocídio de Israel em Gaza. Fonte.
- Vicente Fernandes Vilhalva, porta-voz do povo Guarani Kaiowá, foi baleado na testa por homens armados que atacaram a sua comunidade. Fonte.
- Trump considera o príncipe saudita «homem respeitado» enquanto violador em série dos direitos humanos aumenta investimento dos EUA para US$ 1 trilião. O presidente rejeitou uma pergunta sobre a conclusão da CIA de que Mohammed bin Salman ordenou o assassinato de um jornalista, dizendo que o escritor era alguém «que muitas pessoas não gostavam». Fonte.
- Dezenas de ex-advogados do Departamento de Justiça dos EUA manifestaram-se publicamente para descrever a corrupção sem precedentes das autoridades federais durante o segundo mandato do presidente Donald Trump, referindo a politização desenfreada dos processos judiciais, as diretrizes para descobrir provas contra os adversários políticos de Trump e as ordens para arquivar investigações sobre possíveis conspirações terroristas e crimes de colarinho branco. Fonte.

Sem comentários:
Enviar um comentário