Foto: Vuk Valcic/Zuma Press, Inc/Alamy Live News
- Um repórter itinerante que cobriu os principais políticos italianos explica como o seu país foi reduzido a um «porta-aviões» conjunto dos EUA e de Israel, e levanta questões preocupantes sobre o papel de Israel no assassinato do primeiro-ministro Aldo Moro. Fonte.
- “Alguém andou a queixar-se que comento o genocídio "sem contraditório". Sendo factual que está a acontecer um genocídio, não é preciso contraditório jornalístico. É preciso, a todo o custo, travá-lo. Perante um genocídio em tempo real, expressamente anunciado pelos autores, testemunhados publicamente os factos, classificado como tal pela academia, especialistas, organizações de direitos humanos e pela ONU, não há espaço nem direito a um ‘contraditório'. O que é urgente é uma reacção firme da comunidade internacional, o processo e a actuação de um tribunal. Entreguem-se e defendam-se no Tribunal Penal Internacional que já emitiu mandados de captura por crimes de guerra, dos quais esta guerra genocidária é o mais flagrante.” Miguel Szymanski.
- GENOCÍDIO CONTÍNUO: Visitamos o local de massacre palestino que Israel transformou em balneário. Leila Salim, Intercept.
- Rodrigo Moita de Deus, à luz do que disse, é um escroque. Espero que não leve a mal o rótulo. Tiago Franco.
- A lata de Montenegro. Foicebook.


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