- O primeiro-ministro impediu o acesso público ao número da matriz dos 55 imóveis que declarou à Entidade para a Transparência - a sua casa em Espinho, um apartamento em Lisboa e 46 prédios rústicos, que herdou da família. A lei prevê que os políticos e altos gestores públicos possam opor-se ao acesso público do número da matriz dos imóveis, mas, por esta via, o primeiro-ministro impede o escrutínio público do seu património imobiliário. Questionado sobre o motivo que levou Montenegro a fazer esta oposição, o gabinete do chefe do Governo não respondeu. Fonte.
- Uma entrevista, cinco falsidades. Ventura volta a comparar presos com bombeiros, dá força a mentira divulgada nas redes sociais e pede “melhor jornalismo”. Fonte.
- “Na verdade, como Israel, Helena Ferro Gouveia é perita na arte da vitimização. Faz bullying a tudo e todos, apoia o genocídio em curso na Faixa de Gaza e sempre que alguém a contesta faz-se de vítima”. Bruno Carvalho.
- Os trabalhadores e sindicatos da Indonésia têm protestado para exigir aumentos salariais, proteção contra demissões e reforma tributária. Os protestos surgiram após a revelação de que os políticos recebem um subsídio de moradia dez vezes superior ao salário mínimo, além do seu salário, enquanto os impostos sobre a propriedade foram aumentados, as tarifas dos EUA estão a causar impacto e a população enfrenta uma grave situação de pobreza. Os estudantes juntaram-se ao protesto hoje, e a polícia de choque reprimiu-os com gás lacrimogéneo. Fonte.
O seu comerciante favorito - por Mr. Fish.
- “Há dois tipos de correspondentes de guerra. O primeiro tipo não participa em conferências de imprensa. Não pede entrevistas a generais e políticos. Assume riscos para fazer reportagens em zonas de combate. Envia aos seus espetadores ou leitores o que vêem, quase sempre diametralmente oposto às narrativas oficiais. Este primeiro tipo, em todas as guerras, é uma pequena minoria. Depois há o segundo tipo, a mancha incipiente de correspondentes de guerra auto-identificados que brincam à guerra. Apesar do que dizem aos editores e ao público, não têm qualquer intenção de se colocar em perigo. Estão satisfeitos com a proibição israelita de entrada de repórteres estrangeiros em Gaza. Pedem aos funcionários que lhes dêem briefings e conferências de imprensa. Colaboram com os seus tutores governamentais que impõem restrições e regras que os mantêm fora de combate. Divulgam servilmente tudo o que lhes é transmitido pelos funcionários, muito do qual é mentira, e fingem que é notícia. Participam em pequenos passeios organizados pelos militares (…) onde podem vestir-se a rigor e brincar aos soldados e visitar postos avançados onde tudo é controlado e coreografado.” Chris Hedges, A traição dos jornalistas palestinianos.


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