- Israel nunca confirmou ou negou oficialmente possuir armas nucleares e nunca assinou o tratado de não-proliferação nuclear. Em vez disso, mesmo quando surgiram provas sobre as suas capacidades nucleares, Israel manteve uma política de ambiguidade nuclear. As origens desta opacidade residem num acordo secreto forjado numa reunião individual entre a primeira-ministra israelita, Golda Meir, e o presidente dos EUA, Richard Nixon, na Casa Branca, em setembro de 1969. o acordo entre Meir e Nixon significava que os EUA aceitavam Israel como um tipo especial de Estado detentor de armas nucleares. Por sua vez, Israel comprometia-se a ser comedido, a não testar armas nucleares e a não ser o primeiro a introduzi-las na região. Nenhuma das partes confirmou a existência de um acordo e só existem indícios do mesmo nos registos históricos. Fonte.
- “A Rádio Observador é um projeto profissional, bem conduzido, de qualidade muito acima das outras rádios existentes. Mas não é um projecto jornalístico, é um projecto político representando fortes interesses económicos no palco mediático e da ala mais à direita do espectro político. Isso significa duas coisas: tem recursos que nenhuma outra rádio tem ao seu dispor, e está no centro político e ideológico da influência crescente da direita mais à direita, da direita identitária cada vez mais forte do PSD, com o abandono do programa social-democrata de Sá Carneiro. (…)” Pacheco Pereira. Fonte.
- Órgãos arrancados a doentes ainda vivos: o escândalo que está a abalar os Estados Unidos. Fonte.
- Fom hero to zero (De herói a zero) - Quando os líderes ocidentais perceberam que Zelensky não é um democrata que combate a corrupção. Ian Proud, Substack.

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