- “(…) Portugal participou na agressão dos EUA ao Irão, através da Base das Lajes, e o PR disse que os EUA pediram autorização ao Governo para 12 aviões de combustível, para navios e aeronaves. Afinal, houve autorização ou, como disse o PM, foi de acordo com o tratado de cedência da Base? E o que disseram os candidatos presidenciais? Gouveia e Melo disse que não se pronunciava; Marques Mendes que era “uma não questão” e Seguro não se pronunciou. É desta gente que temos de escolher o PR! (…) A ameaça de Trump a Espanha, se não cumprir a meta imposta de despesa militar, aliás, da competência exclusiva da UE, esbarrou no vergonhoso silêncio da UE e dos restantes países da Nato. Trump veio à Europa verificar a falta de coluna vertebral dos europeus, extasiar-se com as bajulações e oferecer um boné igual ao seu ao lacaio Mark Rutte. Todos, exceto Sánchez, o ouviram embevecidos a falar “do amor e paixão dos líderes europeus, da vontade de proteger as suas nações e do desejo de que os EUA os ajudem” (sic). Que nojo de gente, Imperador e vassalos! (…) A fotografia com Trump vai sair cara aos países da UE e só Pedro Sánchez reservou um espaço sanitário a separá-lo dos vassalos felizes na companhia do Imperador!” Carlos Esperança, Notas soltas - Ponte Europa.
- “Há dias que os apoiantes de Israel em todo o lado estão em plena crise porque, aparentemente, as difamações contra o antissemitismo deixaram de funcionar. Zohran Mamdani ganhou as primárias do Partido Democrata na corrida para a Câmara de Nova Iorque, depois de uma frenética campanha de difamação para o retratar como um antissemita pelas suas opiniões pró-palestinianas, e agora todas as piores pessoas do mundo estão a passar-se com isso.” Caitlin Johnstone, Substack.
- Colonos israelitas ilegais incendiaram no sábado (28 junho) terras agrícolas palestinianas em Yabrud, a leste de Ramallah, na Cisjordânia ocupada. Os colonos infiltraram-se na zona de Bab al-Wad e atearam fogo em campos e olivais. Grandes áreas de terra cultivada foram danificadas, enquanto os colonos impediam os residentes de chegar ao local para apagar as chamas. Fonte.
- Ativistas de extrema-direita, incluindo membros do Betar - um grupo extremista pró-Israel conhecido pela violência racista - têm gerido uma constelação de chats de grupo do WhatsApp para planear contraprotestos contra manifestações pró-Palestina e cometer potenciais crimes de ódio contra muçulmanos na cidade de Nova Iorque. Fundada como uma organização sionista paramilitar em 1923, a Betar Worldwide tem uma filial de extrema-direita nos EUA que tem ajudado os esforços de deportação da administração Trump através de agitação contra organizadores pró-Palestina. A Betar US opera em grande parte a partir da cidade de Nova Iorque e, num vídeo publicado e depois apagado pela sua conta oficial no X, os membros da Betar anunciaram recentemente as suas tentativas de instigar um confronto com os voluntários da campanha de Zohran Mamdani para presidente da câmara. Fonte.
- “O governo britânico ‘condenou veementemente’ uma atuação ao vivo na BBC do duo de rap Bob Vylan, em que a multidão entoou um cântico de ‘Morte, morte às FDI’. A polícia britânica está a investigar o incidente como uma potencial ofensa criminal, e os sionistas de todo o mundo estão a tratar este incidente como um segundo Holocausto. Dentro do império ocidental é considerado ofensivo e inaceitável dizer "morte" a um exército estrangeiro composto inteiramente por combatentes armados que está atualmente a cometer um genocídio à vista de todo o mundo. No entanto, não é considerado ofensivo e inaceitável cometer um genocídio.” Caitlin Johnstone, Substack.

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