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terça-feira, 18 de março de 2025

BICO CALADO

Patrick Chappatte, NYTimes 10fev2015.
  • “(…) quando as pessoas realmente acreditam numa causa como sendo sua, não precisam ser apanhadas como gado. Os irlandeses não precisaram ser sequestrados das ruas para lutar pela independência. Os vietnamitas não precisaram ser caçados para resistir à ocupação dos EUA. Os palestinos não precisam de espancamentos policiais para pegar em armas contra o apartheid real e brutal dos sionistas. Se a Ucrânia estivesse realmente a lutar pelo seu povo, o seu povo lutaria pela Ucrânia. Em vez disso, os homens correm, escondem-se e resistem, não contra a Rússia, mas contra o seu próprio governo, que agora é pouco mais do que uma ditadura fracassada apoiada pela UE e pelos suspeitos do costume, enquanto se dispõe de uma quantidade já decrescente de carne humana para canhão. Esta não é obviamente uma “luta moral”. Este é um suicídio imposto por um Estado, controlado pelos fascistas ucranianos, em benefício de Bruxelas, do restante ocidente alargado e dos gatunos (sobretudo ingleses e franceses) apoiados pela BlackRock e quejandos, que pretendem dividir entre si os recursos da Ucrânia aproveitando a sua atual corrupção e fraqueza. Enquanto isso, Zelensky esconde-se no seu bunker, a observar o seu país a sangrar enquanto os seus patrocinadores bilionários em Londres, Paris e Bruxelas tentam calcular os frutos das suas piratarias, incluindo o roubo (atividade que lhes resulta natural) dos ativos russos nos bancos europeus. (…)” Major-General Raúl Cunha.
  • “Não sei, por fim, se que os netos do Almirante, de António Costa e de Von Der Leyen vão para o campo de batalha servir a economia e salvar-nos de Trump, Putin e quem mais que virá para ser o nosso próximo ativo financeiro. Ou se só irão os filhos dos operários, camionistas, enfermeiros, empregadas de limpeza, jornalistas e médicos. Saibam porém que nesta terra nada se perde já que a Servilusa, que domina no sector dos funerais, também foi comprada por uma seguradora. Está tudo em casa, morte e dinheiro. Deus vos ajude.” Raquel Varela.
  • Um juiz do tribunal distrital de Massachusetts ordenou que Alawieh não fosse deportado sem um aviso prévio de 48 horas e uma justificação do DHS. Em vez disso, o DHS ignorou deliberadamente a ordem do tribunal e deportou Alawieh para França, com um voo para continuar para o Líbano. Fonte.

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