Uma dezena de organizações ambientais - Associação Evoluir Oeiras, Associação Natureza Portugal/WWF, Campo Aberto, Fapas, GEOTA, Liga para a Proteção da Natureza (LPN), Quercus, Zero, SOS Quinta dos Ingleses e Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) - lançaram um manifesto em que repudiam as intenções do governo Luís Montenegro de facilitar a construção de habitação em terrenos das reservas Agrícola e Ecológica nacionais, afirmando-se contra uma agenda de promotores imobiliários e de negócios em torno de mais construção. Os ambientalistas apoiam a habitação pública em zonas urbanas consolidadas, a reabilitação de imóveis devolutos e a reconversão de edifícios de escritórios também desocupados, para habitação a custos controlados. Sublinham ainda a conservação de uma reserva de solos, cada vez mais raros e insubstituíveis, constituindo um verdadeiro seguro para a segurança alimentar no futuro, em contexto de alterações climáticas. Fonte.

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