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sexta-feira, 16 de julho de 2021

França: 2500 euros para agricultores que abandonem o glifosato

  • O governo francês criou um crédito fiscal aos agricultores de saída do glifosato a partir de 2021. Apresentada em Dezembro de 2020 por Julien Denormandie, ministro da Agricultura e Alimentação francês, esta medida concede um crédito fiscal de 2.500 euros para explorações que deixem de utilizar o glifosato em 2021. Aplica-se aos sectores das culturas arvenses, arboricultura e viticultura, bem como às explorações pecuárias que possuam uma parte significativa de pelo menos um destes sectores de produção agrícola. Agricultura e Mar.
  • Um estudo da ETH Zurique concluiu que terrenos agrícolas com um leque diversificado de culturas produzem maiores rendimentos de biomassa e sementes do que as monoculturas. A agricultura industrial comercial utiliza a monoculture para aumentar a sementeira, a gestão e a eficiência da colheita para maiores rendimentos. Contudo, uma menor diversidade de culturas leva a uma utilização mais elevada e mais intensiva de pesticidas, uma vez que as pragas favorecem a disponibilidade consistente de alimentos que as monoculturas proporcionam. Um aumento no uso de produtos químicos tóxicos ameaça a saúde humana, animal e ambiental, assim como a segurança alimentar. Esta investigação destaca a necessidade de desenvolver políticas que ajudem os agricultores e os líderes mundiais a tomar decisões mais esclarecidas relativamente à diversidade de culturas para manter a produção sem pesticidas tóxicos. Science Daily.
  • Milhões de casas e empresas estão a pagar contas de energia mais elevadas do que deveriam porque a UE permitiu que o maior fabricante de lâmpadas do mundo faturasse em tecnologias antigas prejudiciais ao ambiente que deveriam ter sido proibidas há anos. Jack Hunter, EEB.
  • Angola recebeu 15 propostas para todos os seus nove blocos onshore na sua ronda de licenciamento para 2020, nas bacias do Baixo Congo e do Kwanza. Energy Voice. Será mera coincidência a cimeira da CPLP estar a realizar-se em Luanda...
  • Um estudo publicado na revista Nature indica que a Floresta Amazónica está a emitir mais carbono do que a aborver, resultado do aumento da desflorestação, da degradação florestal e dos efeitos da crise climática, em particular a ocorrência de estiagens mais fortes que deixam a floresta mais seca e vulnerável ao fogo. ClimaInfo.

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