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sexta-feira, 16 de julho de 2021

Bico calado

  • Das duas, uma: ou sua excelência o vice-presidente da Câmara Municipal de Espinho não conhece Espinho ou omite a verdade em relação a dimensões e distâncias com objetivos de propaganda partidária. É o que nos é dado deduzir a partir das suas próprias palavras, registadas em video: «o estacionamento subterrâneo começa na rua 11». Como se não víssemos «claramente visto» que a rampa de acesso ao dito  está no enfiamento da rua 19. Aliás, a poucos meses das eleições autárquicas, o executivo camarário de Espinho usa e abusa de truques para satisfazer a sua ânsia de propaganda. Há poucos dias, tentou fazer passar a mensagem de que o topo norte da rua 8 estava abandonado e que era um deserto e que só agora, e através desta Câmara, é que ia ter árvores e ser um pulmão verde. Como se os espinhenses e visitantes não vissem «claramente visto» que este mesmo local teve, pelo menos durante 30 anos, árvores, tendo todo ele sido regularmente mantido pela autarquia em boas condições, tendo a própria Câmara abatido todas as árvores existentes para poder avançar com o atual projeto. Se esta Câmara é «apanhada» nestas minudências, o que estará a acontecer sem a gente saber ou ver «claramente visto»?
  • Juntas ignoram publicação de ajustes diretos no portal Base. Lei obriga ao registo dos contratos por ajuste direto de valores superiores a 5.000 euros. Junta de Silvalde é a que tem mais publicações desde janeiro de 2018. Anta e Guetim só registou contratos após polémica na Assembleia de Freguesia; Espinho e Paramos sem qualquer registo. Manuel Proença, Defesa de Espinho 15jul2021.

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