O plano da Guiné-Bissau para levantar a proibição do abate de árvores suscita preocupações entre os activistas, que receiam um regresso ao abate da madeira que arrasou as florestas entre 2012 e 2015.
Uma das maiores ameaças às suas florestas surgiu em 2012,
quando um golpe de Estado enfraqueceu a autoridade do governo central, o que
levou a um período de corte ilegal e massivo de madeira.
Esse abate ilegal foi parcialmente controlado em 2015, quando as autoridades implementaram uma moratória sobre todos os cortes e exportações. O projeto recentemente aprovado prevê um "regime especial" com um plano de reflorestação e restringe o abate de árvores a 14 espécies que estão sujeitas a licenças e quotas específicas. Beatriz Ramalho da Silva.

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