- Biden já repôs a adesão dos EUA ao Acordo de Paris, o que foi bem recebido pelas associações comerciais deenergia limpa norte-americanas na expetativa de um aumento no investimento em energia limpa e empregos. Biden vai também revogar mais de 100 regulamentações ambientais que foram afrouxadas ou revogadas por Trump. Entre as ações imediatas de Biden esteve o cancelamento da licença de construção do oleoduto Keystone XL, para transportar petróleo das areias de xisto canadianas para a costa do Golfo, o que frustra as esperanças do governo canadiano de salvar um projeto de US $ 8 mil milhões, há muito apoiado pelo setor de petróleo em dificuldades no país. O Wall Street Journal considera que a revogação da licença para o oleoduto Keystone XL é uma bofetada no Canadá, uma mensagem aos investidores de que jogar pelas regras dos EUA não oferece imunidade a caprichos políticos arbitrários. Aliás, nem esta decisão nem o movimento de Biden de voltar a aderir ao Acordo de Paris farão diferença para o clima, acrescenta o editorial. Biden avançou ainda com uma moratória temporária sobre a licença de extração de petróleo e gás no Refúgio Nacional de Vida Selvagem do Ártico, omitindo se fará o mesmo em relação ao mesmo ser feito em terras terrasfederais. No meio de alguma euforia entre os ambientalistas norte-americanos, há quem duvide que o Congresso consiga aprovar todas estas medidas, tendo em conta a escassa superioridade dos Democratas.
- O Centro Nacional de Energia Nuclear, Ciência e Tecnologia de Marrocos e o Centro Húngaro de Pesquisa Energética assinaram um acordo de cooperação que visa fortalecer a cooperação entre os dois centros de pesquisa no campo da energia nuclear. Sanae Alouazen, Morosso World News. Mais um sinal da pressão do lóbi do nuclear. Nem uma palavra sobre custos, segurança, lixo radioativo produzido.

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