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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Brasil: dez cidades sofrem com a água com lamas de rejeitos da barrahem de Brumadinho

  • «O embaixador dos EUA em Lisboa, George Glass, esteve na Base Aérea de Monte Real (Leiria) de visita a um destacamento temporário norte-americano que anda em exercícios com a Força Aérea Portuguesa, e produziu algumas declarações acerca das Lajes. (…) Diz o embaixador que os EUA estão a trabalhar de forma afincada para terminar os trabalhos de descontaminação, que seis locais já estão dados como concluídos, que mais dois estão em vias e que resta uma mão cheia. Logo a seguir diz que o Governo Regional dos Açores deverá "fazer um anúncio em breve" sobre esta matéria. Ficamos a aguardar esse anúncio. O que sabemos é que ainda está por cumprir o desafio que o Presidente do Governo Regional fez, quer ao Governo da República, quer à parte norte-americana, para a divulgação pública da documentação sobre este assunto, bem como a realização de uma ou várias sessões públicas destinadas a esclarecer e informar os açorianos, em geral, e os terceirenses, em particular. O que sabemos é que não basta afirmar que os trabalhos em seis locais mais dois estão concluídos e avaliados pelo LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) e sumariamente descritos no relatório a que poucos têm acesso. A questão começa muito atrás, ou seja, em relação a cada um dos locais a intervencionar devia ter sido divulgado o conteúdo do caderno de encargos, desmontada a complexidade técnica dos trabalhos e o envolvimento de gente "nossa" (porque não a Universidade dos Açores) em todo o processo de acompanhamento. A pública nota de tudo isto ajudaria e muito ao descanso das populações e fecharia as portas a toda a especulação. Não se percebe por isso que não haja divulgação prévia do que vai ser feito, que a "mão cheia" (sic embaixador dos EUA) de locais a descontaminar que ainda resta não esteja assinalada, delimitada e com a lista de trabalhos e calendário de intervenções a efetuar. Se fosse feito desta maneira evitaria a confusão que parece grassar entre o que é "descontaminação" e "mitigação de riscos" de que fala o Professor Félix Rodrigues, quando analisa os relatórios atrás referidos. (…)» Diário Insular. Via Félix Rodrigues, FB.
  • Dez cidades no sudeste do Brasil estão a sofrer com a poluição do rio na sequência do colapso da barragem de rejeitos de uma mina de ferro há cerca de três semanas e que matou 166 pessoas e deixou 155 desaparecidos. O lodo proveniente do desastre de Brumadinho contaminou 120 Km do rio Paraopeba, atingindo as cidades ribeirinhas. As autoridades detetaram níveis de metais tóxicos na água, incluindo chumbo e cromo, pelo que alertaram os habitantes locais para não usarem a água do rio para beber, dar de beber a animais ou regar. AFP.
  • A China prendeu 15.095 pessoas por crimes ambientais em 2018, um aumento de 51,5% em relação ao ano anterior, admitem fontes oficiais. Reuters.
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