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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Bico calado

  • Portas, Passos e Cavaco cumprimentam Maduro. Nuno Melo diz «Nós não, nós não.»
  • «O Conselho de Segurança da ONU não deu seguimento às pressões de Estados Unidos e aliados no sentido de legitimar a tentativa de golpe de Estado em curso contra a Venezuela, ao contrário do que sucedera antes das chacinas no Iraque e na Líbia. Sete dos 15 países, entre eles Rússia e a China, [África do Sul, Guiné Equatorial, Rússia, China, Bolívia, S. Vicente e Granadinas e Cuba] opuseram-se. A sessão, que deixou a França em xeque e em choque, teve revelações instrutivas sobre os nefastos papéis desempenhados por António Guterres como secretário-geral da ONU e Federica Mogherini como alta representante da União Europeia para a política externa. (…) O chefe da diplomacia venezuelana denunciou o bloqueio imposto ao seu país, que privou o povo de muitos milhares de milhões de dólares, além dos 1200 milhões congelados na Bélgica e em outros países europeus – sem contar o ouro depositado no Banco de Inglaterra e que o Reino Unido se recusa a devolver a Caracas. Medidas deste tipo são responsáveis pela fome que alastra entre alguns sectores da população e pela queda dos padrões de vida do povo venezuelano, provocando vagas de emigração.(…) O dirigente venezuelano informou que no ano passado o presidente Maduro convidou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e a alta comissária da União Europeia para as relações externas, Federica Mogherini, para monitorizarem as eleições presidenciais na Venezuela. Deixando muitos dos presentes visivelmente surpreendidos, o ministro acrescentou que tanto Guterres como Mogherini se recusaram a estar presentes para testemunhar os factos, argumentando, muito antes das eleições, que os resultados seriam uma fraude. (…)» Carla Stea, in Conselho de Segurança desautoriza golpistas - O lado oculto.
  • «Ernesto Araújo, ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, esteve quinta-feira reunido em Brasília, durante 11 horas, com membros das oposições venezuelanas dirigidas pelo Departamento de Estado norte-americano para “discutir ideias de uma acção concreta” de modo a “restabelecer a democracia na Venezuela”.» José Goulão, in Brasil coordena golpe contra a Venezuela - O lado oculto.
  • «A Organização dos Estados Americanos (OEA) não conseguiu reunir o número de votos necessários para aprovar uma declaração reconhecendo a auto proclamação de Juan Guaidió como “presidente interino” da Venezuela. A moção nesse sentido, apresentada pelo governo argentino fascizante de Maurício Macri, não alcançou sequer o apoio de metade dos 34 membros da organização, apesar das pressões directas do presidente dos Estados Unidos efectuadas através do seu secretário de segurança, Michael Pompeo, presente na reunião. (…) O resultado da votação traduz uma desautorização do próprio secretário-geral da OEA, Luís Almagro, que se apressou a reconhecer a “legitimidade” de Guaidó, o que aconteceu logo que Donald Trump se pronunciou neste sentido. Países como o México, Uruguai, Bolívia, Nicarágua e El Salvador recusaram-se a apoiar o golpe de Estado em curso na Venezuela, recomendando o reinício das negociações entre governo e oposição, interrompidas pelos grupos envolvidos no golpe e que actuam como agentes directos do Departamento de Estado norte-americano.» João Goulão, in OEA não apoia golpe na Venezuela - O lado oculto.
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