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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Évora nega manipulação das análises à água após derrame de fuelóleo no Porto de Sines

Vedação do campo de golfe, em Silvalde-Espinho.
  • As medidas de urgência tomadas para salvaguardar o litoral português após períodos de maior erosão são insuficientes para impedir danos materiais e pessoais no futuro, havendo necessidade de continuidade na gestão e de um grande investimento, alerta José Carlos Ferreira, doutorado em Ambiente e Sustentabilidade, docente e investigador da Universidade Nova de Lisboa. «Não podemos continuar a fazer a gestão das zonas costeiras sem envolver a comunidade e as pessoas, temos de trabalhar com elas. Se as comunidades costeiras forem chamadas a participar neste processo de tomada de decisão, elas serão as primeiras a defender determinado tipo de soluções que podem ser difíceis», sublinhou. Porto Canal.
  • A Universidade de Évora negou qualquer «falseamento» nas análises efetuadas à água, após um derrame de fuelóleo no Porto de Sines em Outubro de 2016, frisando que os procedimentos cumpriram todas as regras. A vice-reitora da Universidade de Évora diz que o  CIEMAR é uma unidade de investigação independente, que pertence àquela universidade, que tem um contrato de prestação de serviços com a autoridade portuária, que tem por base um concurso público, desde Dezembro de 2009. Esse contrato foi renovado duas vezes, em 2014 e em fevereiro de 2108. Público.
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