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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Rui Rio freneticamente estranho


Este grafito, recentemente criado em Espinho, cita Eça de Queiróz:  “Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo”.
Escolhi esta foto inspirado por uma notícia que li no JN, que dizia que a câmara do Porto se prepara para proibir e multar os autores de grafitos e coladores de cartazes em edifícios visíveis do espaço público. Para Rui Rio, grafito pintado em prédio velho, abandonado, grafito grátis, que alegra uma rua, é perigoso porque cheira a vadio, porque não dá dinheiro à câmara. Se desse, se pagasse taxa para poder ser pintado ou colado em autocarros e carruagens de metro, promovendo tabaco, álcool, bancos, refrigerantes, perfumes, sexo e libido, até seria legal, fixe, artístico e cultural. Rui Rio parece ter perdido o norte e, por isso, anda a entreter-se com questões pouco substanciais. Por exemplo, não consegue controlar o ruído noturno em certas zonas do Porto, mete-se em trapalhadas de licenças de esplanadas cobertas que depois manda retirar, não consegue manter os passeios e as bermas de relvados e jardins públicos livres das laradas dos lulus. E ainda por cima vai ao Forum Europa, em Vigo, dizer que 'La conexión ferroviaria entre Vigo y Oporto es una mierda'. O homem anda freneticamente estranho...

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