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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

BICO CALADO


Um vídeo gravado a partir do carro de dois observadores jurídicos na zona de Portland, no Oregon, mostra um veículo não identificado com as luzes de emergência a piscar, a seguir de perto o carro deles numa rua do subúrbio de Hillsboro. Cerca de 15 segundos após o início do vídeo, ambos os carros param e duas pessoas mascaradas saem do veículo não identificado e aproximam-se do outro carro, uma delas trazendo um objeto afiado que utiliza para furar o pneu traseiro. Aproximam-se uma segunda vez alguns segundos depois, furando o pneu novamente. Ambas as pessoas mascaradas usam coletes com o nome da sua agência governamental: Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). Fonte.

Águas do Alto Alentejo lançam alerta contra burla. Alegadas análises à água são fraudulentas e o caso já foi denunciado à GNR. Fonte.

“Todos os crimes prescreveram esta semana. Dinheiro roubado, o suficiente para, aos preços de hoje, construir 30 mil a 50 mil apartamentos familiares. Dinheiro que desapareceu em contratos fraudulentos, entregue em dinheiro vivo em envelopes aos milhões, saqueado através de empréstimos forjados e sem quaisquer garantias, transferido para contas em paraísos fiscais e off-shores, metido ao bolso por um grupo de burlões que continua à solta. Gerou fortunas o assalto ao banco, roubado e saqueado pelos seus fundadores e administradores. O banco foi fundado nos anos 90 por membros do governo, por ex-secretários de estado, e ex-ministros. Quem saía dos governos ia para lá governar-se. Abriu um buraco que os contribuintes ainda hoje estão a pagar. Deixou um bando de criminosos de colarinho branco impunes que continuam a encher os restaurantes de luxo e a ostentar os seus iates nas marinas do Algarve, próximo da terra do primeiro-ministro da altura (ele próprio accionista da sociedade que controlava o banco), de cujos governos fizeram parte. Deixou, como toda a corrupção em grande escala, um rastro de mortos, vítimas de cuidados de saúde que faltaram, de listas de espera nas cirurgias, de tratamentos adiados por faltas de pessoal, de verbas e de equipamentos. Agora, muito convenientemente, todos os crimes prescreveram. E quem fala do assunto?” Miguel Szymanski.

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