- Sedeada na Suíça, Vitol é a principal fornecedora de petróleo de Israel. Este petróleo, proveniente principalmente do Azerbaijão e do Cazaquistã, foi enviado para refinarias israelitas, incluindo uma em Ashdod que produz combustível de aviação para a Força Aérea israelita. A Vitol tem um historial de atuação em zonas de guerra, incluindo condenações anteriores por corrupção no Iraque e acusações de violação de sanções. Em 2025, a Vitol estabeleceu-se oficialmente em França através da sua subsidiária, a VEV (Vitol Electric Vehicles), com sede em Sophia Antipolis. A VEV oferece soluções de eletrificação para frotas empresariais e públicas, tais como autocarros e veículos de recolha de resíduos. A Vitol apresenta esta iniciativa como um «imperativo de responsabilidade» para acelerar a transição para as emissões zero, uma afirmação que será paradoxal, tendo em conta os lucros que a sua empresa-mãe está a obter com o fornecimento de petróleo para a guerra. Embora a Vitol afirme ter investido 3,3 mil milhões de dólares em energia sustentável em todos os setores, este valor representa apenas cerca de um centésimo do seu volume de negócios anual. Fonte.
- O Banco Barclays enfrenta uma queixa formal devido às suas ligações financeiras a uma central elétrica a carvão situada perto dos Sundarbans, a maior floresta de mangais do mundo e onde vivem milhões de pessoas no Bangladesh e na Índia. Fonte.
- A nova agência de proteção ambiental da Austrália aprova projeto de carvão, o que indigna grupos ambientalistas. A mina a céu aberto de Saraji, em Queensland, poderá continuar a operar até 2055, enquanto Anthony Albanese nega a existência de tensões com os líderes do Pacífico relativamente aos combustíveis fósseis. Fonte.
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