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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

GAVIÃO REJEITA CENTRAL FOTOVOLTAICA

Imagem ilustrativa, gerada por inteligência artificial. Fonte.
  • A Câmara Municipal de Gavião emitiu parecer desfavorável ao projeto de instalação de uma central solar fotovoltaica promovida pela Endesa. Alega que o território já suporta uma pressão significativa resultante de diferentes projetos e infraestruturas elétricas, nomeadamente através da instalação de linhas de muito alta tensão. Fonte.
  • Com base numa análise realizada pela Friends of the Earth, a South West Water foi identificada como a empresa de abastecimento de água com pior desempenho relativamente a descargas de águas residuais, poluição das águas balneares e o estado ecológico dos rios. A empresa registou a maior duração total de incidentes de derrames de águas residuais desde 2024, com uma média de 574 323 horas por ano. Este valor é quase 200 000 horas superior ao da segunda empresa com pior desempenho, a Severn Trent. A South West Water registou 666 incidentes de poluição e alertas nos seus locais de banho designados só em 2025, o valor mais elevado entre todas as empresas de abastecimento de água da Inglaterra. Os cerca de 1,8 milhões de clientes da empresa enfrentam algumas das contas mais elevadas do país. A conta média anual ronda as 726 libras, o que representa um aumento de 39 % desde 2024 — o segundo maior aumento entre as empresas de água inglesas. A South West Water contesta os resultados, alegando que os derrames causados por transbordamentos em caso de tempestade diminuíram 17% e que a duração dos derrames diminuiu 25% ao longo do último ano, apesar das chuvas mais intensas. A Friends of the Earth defende que estes números demonstram a necessidade de uma legislação mais rigorosa e de que as empresas de abastecimento de água passem a ser de propriedade pública. Fonte.
  • A divisão comercial do principal lóbi alemão no setor da energia eólica — a BWE Service GmbH, propriedade da Associação Alemã de Energia Eólica (BWE) — entrou em colapso financeiro e apresentou um pedido de insolvência autoadministrada. Apesar de o setor eólico receber milhares de milhões em subsídios estatais e continuar a expandir-se (mais de 5 200 MW instalados em 2025, no valor de mais de 6 mil milhões de euros), a subsidiária ficou sem liquidez. A direção da BWE alega que o colapso se deve a «pressões do mercado» e à necessidade de consolidação do setor. Mas fontes internas do setor atribuem a culpa a anos de má gestão e a despesas descontroladas por parte dos executivos. Fonte.

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