- A percentagem de crianças mortas no conflito na Ucrânia é de 0,3%. Zero vírgula três por cento. A percentagem de crianças mortas no conflito em Gaza é de 37,7%. Trinta e sete vírgula sete por cento. Numa única estatística, aí está a diferença entre uma guerra e um genocídio. Craig Murray.
- “Sinal destes tempos de mentira organizada e desinformação planeada, o Governo de Israel, depois de matar todos os jornalistas árabes que conseguiram estar em Gaza (para cima de 150!) e proibir a entrada da imprensa ocidental independente, aposta agora em profissionais da aldrabice, dispostos a serem contratados para negar o que vimos e sabemos: Gaza reduzida a cinzas, 73 mil mortos, dos quais mais de 20 mil crianças, a Cisjordânia transformada num faroeste, onde os colonos israelitas, apoiados pela IDF, caçam palestinianos, ocupam as suas terras, destroem as suas casas e culturas. Vemos, ouvimos e lemos. Mas é possível fingir ignorar: entre os €500 milhões que o Governo de Netanyahu já destina anualmente para propaganda amiga, estão verbas para convidar uns mercenários da verdade a visitarem a “única democracia do Médio Oriente”. Oito tristes patetas portugueses, ditos influencers, responderam assim à chamada e lá foram eles, descobrindo, cito, que “o mais fixe em Israel é que eles não têm a intenção de se vingar de ninguém. O amor é a palavra que mais usam”. E lá foram recebidos por um anfitrião, dito jornalista, Henrique Cymerman, a quem chamaram um “anjo da paz” e o qual lhes fez uma prelecção sobre as mentiras que a imprensa ocidental veicula sobre Israel, sobrepondo-se ao silêncio cúmplice dos dirigentes europeus. Os 73 mil mortos vítimas do amor de Israel, de facto, é como se nunca tivessem existido.” Miguel Sousa Tavares, Expresso, 31/07/2026.
- Sonae e Jerónimo Martins somam lucros milionários enquanto famílias enfrentam aumento do custo de vida. Fonte.
- Os campos petrolíferos do Mar do Norte que Burnham pretende reabrir beneficiariam uma empresa israelita incluída na lista negra. A Ithaca, acionista do campo petrolífero de Rosebank, é detida maioritariamente pela empresa israelita Delek, identificada pela ONU por apoiar os colonatos da Cisjordânia. Fonte.
- Singapura já foi um país oprimido. Agora, proíbe as pessoas de se aliarem aos oprimidos. Fonte.
- A Armstrong Works, uma fábrica de grandes dimensões que outrora empregava um quarto da população de Newcastle, agora é propriedade da Rafael, uma empresa estatal israelita do setor do armamento. Fonte.
- IGEC admite anular matrículas de 52 alunos da Universidade Fernando Pessoa. Inspeção concluiu que estudantes ingressaram em Mestrado Integrado em Medicina Dentária através de um concurso destinado a titulares de licenciatura sem reunirem os requisitos legais. Universidade contesta as conclusões. Fonte.
- Sete meses depois de os EUA terem «sequestrado» Maduro, as empresas petrolíferas e os especuladores estrangeiros chegam em massa e apressam-se a ficar com os melhores pedaços. O primeiro passo de Delcy foi dar-lhes carta branca. Já não é necessário que a empresa pública PDVSA mantenha participações maioritárias em empresas conjuntas, permitindo que as empresas privadas explorem diretamente os jazigos e aumentem os seus lucros. Por seu lado, Washington deitou as sanções para o lixo para facilitar o acesso aos 300 000 milhões de barris de petróleo. Fonte.
- O Município de Espinho vai receber cerca de 2,5 milhões de euros das verbas provenientes do Imposto Especial de Jogo. O montante deverá ser para financiar projetos de promoção turística, valorização da frente marítima, economia azul, qualificação do espaço público e reforço da atratividade do concelho. Fonte.
- SOCIEDADES EM ESGOTAMENTO, INTERNAUTAS NARCISISTAS, CRISE DE SAÚDE MENTAL E O FLAGELO DAS REDES SOCIAIS. O livro «The Burnout Society», da autoria do filósofo sul-coreano Prof. Dr. Byung-Chul Han, defende que a nossa sociedade contemporânea se caracteriza pelo esgotamento, pelo tédio, pela ansiedade, pela hiperatividade, pela falta de atenção, pela depressão, por uma espiral descendente da saúde mental, por tendências suicidas, pelo tédio existencial e pelo narcisismo. Estas patologias pessoais e sociais são causadas pela alimentação constante do nosso ego individual com expectativas exageradas das redes sociais e competições imaginárias desnecessárias, resultantes da nossa necessidade incessante de sermos afirmados, apreciados, aplaudidos e reconhecidos, levando assim a nossa psique e o nosso ego a sucumbir à tendência e propensão de nos compararmos com personalidades das redes sociais, celebridades e influenciadores da Internet. O livro afirma que, se quisermos escapar ao esgotamento e à depressão, basta aceitarmos quem realmente somos, fazermos simplesmente o que nos sai naturalmente e valorizarmo-nos sem nos compararmos nem compararmos as nossas conquistas com as dos outros. Michel Chossudovsky, Global Research.
Sem comentários:
Enviar um comentário