- Um grupo de influenciadores portugueses (Andreia de Sousa Viegas, Rute M. Sousa, Tiago Sousa, entre outros) viajou a convite do Estado de Israel e entrou na Faixa de Gaza. O embaixador israelita em Portugal garante que é algo habitual para combater a imagem negativa que diz ser veiculada pelos media. A entrada no território palestiniano ocorreu no dia em que um ataque israelita matou uma família de seis pessoas. Com o controlo da Faixa de Gaza, Israel tem negado a livre entrada de jornalistas internacionais, apesar dos sucessivos pedidos de organizações como os repórteres sem fronteiras e o comité para proteção de jornalistas. Mas autorizou a entrada dos influenciadores. Convidada pela SIC a gravar entrevista, a embaixada de Israel preferiu enviar esta declaração: “Como a rotina de trabalho da embaixada de Israel, encorajamos muitos portugueses a visitar Israel. Políticos, jornalistas, pessoas de negócios e também influenciadores. A imagem do país em Portugal é totalmente errada por causa da comunicação social em Portugal que é anti-israelita. Espero que todos os portugueses possam ir a Israel e ver a verdade", diz Oren Rozenblat, embaixador de Israel em Portugal. Segundo o jornal The Jerusalem Post, Israel quadruplicou o orçamento para relações públicas. Fonte. Comentário que partilho com imensa tristeza: “Viagem paga, consciência vendida, sangue nas mãos. O Estado de Israel pagou-lhes tudo, viagens, hotéis, coletes, guias. E eles aceitaram ser a voz de um genocídio. Enquanto Gaza é bombardeada, esfomeada e apagada do mapa, estes "influencers" portugueses posaram em túneis do Hamas como se fossem turistas, repetiram a propaganda israelita e venderam a sua dignidade por um all-inclusive. Não foram jornalistas. Foram figurantes de uma massacre. Agora querem apagar os vídeos? Tarde demais. Exijo consequências: Marcas, rompam contratos. ERC, pronunciem-se. MP, investigue. Seguidores, cobrem-lhes a cara. Gaza não é conteúdo. É um cemitério. E eles escolheram o lado de quem paga, não o lado de quem morre. Que nunca mais lhes chamem criadores de conteúdo. Chamem-lhes cúmplices.”
- Duas mulheres-soldado israelitas suicidaram-se esta semana, elevando para 16 o número de militares israelitas no ativo que se suicidaram desde o início do ano, num contexto de crescente preocupação com o aumento das taxas de suicídio nas forças armadas desde o início da guerra na Faixa de Gaza. Fonte.
- Desde outubro que o antigo diretor de campanha de Trump, Brad Parscale, tem vindo a supervisionar discretamente uma operação que publica centenas de artigos em blogs em nome de Israel. Parscale e a sua empresa, a Clock Tower X, assinaram um contrato de 46,5 milhões de dólares com o governo israelita, com o objetivo de tentar influenciar chatbots baseados em inteligência artificial. Fonte.
- O ministro da Educação, o ministério da Educação, o governo de Luís Montenegro está podre, fora de prazo. Depois de ter anunciado o pagamento de horas extraordinárias aos professores corretores de provas de exame, diz agora que vai pagar-lhes 1 euro por cada item corrigido.
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