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quinta-feira, 9 de julho de 2026

BICO CALADO


Apesar do histerismo mediático em torno das temperaturas elevadas das últimas semanas, com mapas pintados de vermelho anunciando uma calamidade sanitária iminente, Portugal não registou até agora nenhuma anomalia digna de registo na mortalidade total. De acordo com uma análise estatística do PÁGINA UM aos registos diários do Sistema de Informação dos Certificados de Óbito, com critérios científicos bem definidos, os valores da mortalidade mantêm-se, por enquanto, dentro da variação normal esperável para o começo do Verão, sem qualquer excesso persistente que permita falar numa perturbação associada às temperaturas elevadas. Não se trata de desvalorizar os riscos das ondas de calor, sobretudo para os mais vulneráveis, mas de recordar que o jornalismo não pode confundir previsão meteorológica, ansiedade colectiva e realidade epidemiológica. Fonte.

A Sonae Sierra adquiriu ao fundo israelita MDSR nove supermercados Mercadona em Espanha (Catalunha, Aragão, Andaluzia, Astúrias, Navarra e Extremadura) através do fundo Hahn Sierra Food Retail Fonds e contou com assessoria da Savills. Fonte.

Depois de marcarem o 4-1, os jogadores belgas comemoraram com a dança do «Trump».

O Estado português terá perdido mais de 1,1 mil milhões de euros em apenas três anos devido a combustíveis não declarados. A estimativa consta de um estudo da EPCOL, que calcula perdas fiscais de 704 milhões de euros em ISP e 418 milhões em IVA entre 2023 e 2025. O valor corresponde, segundo a associação, ao custo de construção de cinco hospitais de média dimensão. Fonte.

“Neste momento, estão a ser reativados três campos de prisioneiros identificados, onde foram detidos nipo-americanos, e que estamos a acompanhar e a monitorizar ativamente. Estamos a usar a nossa indignação como forma de denunciar o facto de que isto é uma repetição da nossa história. Queremos dar-lhe um nome; queremos reivindicá-la e não nos deixarmos levar pela retórica que diz que temos de construir centenas de mais armazéns para alojar pessoas porque estas representam uma ameaça à segurança nacional. É exatamente a linguagem e a justificação utilizadas para o nosso encarceramento. Não houve o devido processo legal. Não havia forma de o contestar. Foi apenas uma declaração feita pelas autoridades.” Satsuki Ina, ‘Recordar é uma forma de protesto’. Satsuki Ina, sobrevivente de um campo de prisioneiros japonês, fala sobre o trauma da detenção. The Xylom.

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