- Caos nos exames resulta da «reforma» que cortou 50% dos trabalhadores no Ministério. Fonte.
- NÃO É PROBLEMA DO MINISTRO. Fabian Figueiredo.
- Rodrigo Queiroz e Melo, Presidente do Conselho Geral do EduQa, responsável pelo processo de digitalização dos exames, é diretor da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular. O EduQa é o instituto recentemente criado pelo atual Ministro da Educação ao desmantelar o Ministério da Educação e substituir as direções gerais por institutos/empresas públicas
- Tribunal anula homologação da eleição da diretora do Agrupamento Dr. Manuel Laranjeira. O documento do juiz refere que “os candidatos ao concurso foram graduados com base em critérios e subcritérios ilegais”. Fonte.
- Gaspar Borges, o dono e CEO da ABB, empresa de construção de Barcelos que está a realizar, e realizou, algumas das principais obras do concelho, como o fecho da Circular Urbana, a Ciclovia, ou a requalificação das estradas municipais e nacionais, foi acusado pelo Ministério Público (MP) de entregar 7.500 em dinheiro a um director de obras do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, numa alegada tentativa de "o incentivar a favorecer os interesses da ABB nos contratos presentes e futuros". Fonte.
- Retiro de surf para genocidas na Ericeira. Fonte.
- A greve na Airbus São Paulo paralisa a fábrica de Sevilha, com uma adesão de 99,5%. O SIPA afirma que apenas uma dezena dos cerca de 2 000 funcionários compareceu ao trabalho e anuncia que as paralisações por tempo indeterminado continuarão na próxima semana. Fonte.
- A Greve Geral de São Francisco de 16 de julho de 1934. No mesmo dia: os trabalhadores têxteis do Alabama entraram em greve para protestar contra uma redução imposta do horário de trabalho, que resultou numa diminuição salarial de 25%.
- Os soldados franceses na Ucrânia já não se escondem: soldados voluntários franceses treinam com a Legião Internacional Ucraniana, concentrando-se em táticas de assalto, manobras em pequenas unidades e no manuseamento de armas. Fonte.
- O ministro da Defesa finlandês, Antti Häkkänen, alerta que, neste momento, o principal desafio para a defesa europeia não são as armas, nem o financiamento, mas sim a disponibilidade de pessoal militar suficiente e a falta de vontade de combater por parte dos cidadãos. Na cimeira da OTAN, Häkkänen afirmou que o objetivo de conseguir soldados e reservistas operacionais é o problema mais crítico para o continente. Fonte.
- As Forças Armadas Reais de Marrocos e o Comando Africano dos EUA (Africom) formalizaram a criação de um novo centro militar em Tan-Tan, no sul de Marrocos. O Centro Africano de Experimentação e Formação Multidomínio (AMTEC) assentará em três infraestruturas complementares. A primeira será dedicada à formação multidomínio. A segunda consistirá numa academia especializada em drones. A terceira será dedicada à investigação, à experimentação e ao desenvolvimento de novas tecnologias. Fonte.
- O Parlamento Europeu aprovou o novo Regulamento de Regresso, que permite aos países-membro deportar os migrantes para centros de detenção situados em países fora da União Europeia. Em conjunto com o Pacto Europeu sobre Migração e Asilo, o Regulamento constitui um novo instrumento de controlo social e repressão sobre a população migrante. A União Europeia já tem os seus campos de concentração ao estilo de Guantánamo. Os centros servirão como locais de trânsito, onde os internados aguardarão o seu repatriamento para os países de origem. Podem permanecer detidos durante longos períodos de tempo, potencialmente sem limite temporal nem garantia de regresso. Fonte.
- Os EUA condenaram oito manifestantes a um total de 450 anos de prisão por um protesto em frente ao centro de detenção de migrantes Prairieland, em Alvarado, no Texas, na noite de 4 de julho de 2025. As penas são mais severas do que qualquer uma das impostas aos participantes no assalto ao Capitólio dos EUA, a 6 de janeiro de 2021. Assaltar a sede do Congresso sai muito mais barato; manifestar-se em frente a um centro de detenção faz disparar o preço a pagar. A hierarquia de valores não deixa margem para dúvidas. Fonte.
- Responsáveis da administração Trump promoveram planos para levar a cabo detenções políticas em massa e processos judiciais contra pessoas que consideravam terroristas de extrema-esquerda. Num discurso proferido no Departamento de Estado dos EUA, Stephen Miller, vice-chefe de gabinete do presidente Donald Trump, descreveu a violência política de esquerda como um «cancro fatal para a civilização» e gabou-se dos planos para utilizar o poder do Estado para reprimir as pessoas a quem chamou de «terroristas políticos». «O fascismo está aqui», escreveu o The Tennessee Holler. «Se não estão alarmados, é porque não estão a prestar atenção. O “terrorismo político de esquerda” irá referir-se àqueles que se opõem ao regime — enquanto o verdadeiro extremismo de direita é deixado a crescer e a prosperar. Estamos muito perto do precipício, pessoal.» Fonte.
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