- Uma investigação da Al-Jazeera publicada a 23 de maio revelou que produtos de uso militar provenientes de pelo menos 51 países e territórios autónomos continuaram a entrar em Israel, mesmo depois de o Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) ter proferido uma decisão provisória sobre o genocídio dos palestinianos em Gaza. Fonte.
- Unidades militares e de inteligência ucranianas estão a operar secretamente no Mali em nome da França, em coordenação tanto com rebeldes da etnia tuaregue como com forças ligadas à Al-Qaeda, determinadas a derrubar o governo revolucionário do país. Além disso, Kiev está empenhada em expandir e intensificar ainda mais as suas operações em África, bem como em desestabilizar os países vizinhos. A militância ucraniana, há muito encorajada pela CIA e pelo MI6, tornou-se agora, de forma decisiva, uma ameaça internacional. Fonte.
- “O nome dela é Maria do Rosário Palma Ramalho. O cargo não é apenas Ministra do Trabalho. É, com uma ironia que roça o SADISMO, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Mas solidariedade com QUEM? Vamos aos FACTOS, porque a realidade não precisa de adjetivos para ser escandalosa. Segundo a declaração entregue no Tribunal Constitucional, a mulher que decide o valor do teu salário e as horas do teu descanso acumula um PATRIMÓNIO superior a 5,3 milhões de euros. Leste bem. Cinco. Vírgula. Três. MILHÕES. Ela não é apenas uma académica. Ela é a ELITE FINANCEIRA personificada. A teia familiar explica a quem ela deve lealdade. O seu marido é António Ramalho. Soa-te familiar? É o EX-CEO do Novo Banco, o homem que geriu a instituição enquanto nós, contribuintes, injetávamos lá milhares de MILHÕES. Onde está o marido dela agora? É o chairman da Lusoponte. Percebem o ciclo? O marido gere as pontes onde tu PAGAS portagem para ir trabalhar. A mulher gere as leis que permitem que tu sejas EXPLORADO quando chegas ao trabalho. O dinheiro sai do teu bolso e do teu tempo. Fica tudo em CASA DELES. Não pensem que o CONTROLO se fica pelos bancos e pelas portagens, pois a TEIA fecha-se sobre si mesma. Enquanto a mãe dita as regras de como o teu trabalho deve ser flexível, a FILHA, Inês Palma Ramalho, senta-se na cúpula do PSD como vice-presidente do partido que sustenta o governo, selando o Dinheiro, o Governo e o Partido numa SANTÍSSIMA TRINDADE do poder. Com um ECOSSISTEMA natural feito de administrações bancárias e partidárias, como pode alguém que acumula mais de 5 milhões de euros legislar sobre o salário mínimo? Passou a vida inteira nos corredores seletos e asséticos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e em presidências de associações de elite, trancada numa TORRE DE MARFIM a escrever os manuais que ensinam como a lei pode SERVIR o patrão.” Fonte.

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