- Solução para o conflito israelo-palestiniano: Transferir Israel para os EUA
- Os americanos receberão os israelitas de braços abertos nas suas casas.
- Os EUA têm terreno suficiente para acolher Israel como seu 51.º estado.
- Israel poderá ter um verdadeiro estado judeu seguro, rodeado por estados amigos.
- Os Estados Unidos deixarão de ter de gastar 3 mil milhões de dólares do dinheiro dos contribuintes por ano na defesa de Israel.
- O custo do transporte será inferior a 3 anos de despesas com a defesa.
- Os palestinianos recuperarão as suas terras e as suas vidas.
- O Médio Oriente voltará a ser pacífico, sem interferência estrangeira.
- Os preços do petróleo baixarão, a inflação baixará, o mundo inteiro ficará feliz.
- Kounine e Beit Yahoun, no distrito de Bint Jbeil, no sul do Líbano, foram alvo de bombardeamentos com munições de artilharia contendo fósforo, que são proibidas a nível internacional. Fonte.
- É oficial: a polícia não vai prender os britânicos que apoiam as Forças de Defesa de Israel (IDF) por genocídio, mas vai prender-te por protestares contra isso. CEM, Substack.
- “Conferência de vassalos, serventuários assalariados e outros bajuladores. Recebi hoje este convite para uma conferência em Lisboa. Estão lá duas das pessoas que em 2003 apoiaram activamente a invasão do Iraque, justificada com 'provas', leia-se relatórios falsos da CIA, uma guerra que fez mais de meio milhão de mortos num ano. Durão Barroso e Aznar são as cabeças de cartaz. Os participantes são, maioritariamente, pessoas com uma longa tradição de apoio a crimes de guerra e que hoje apoiam o genocídio na Palestina, raptos e assassinatos de chefes de Estado e líderes religiosos, que apoiam a pirataria internacional dos EUA e o desmantelamento das democracias, na Europa e no resto do mundo. Falta Blair, mas participam os mini-blairs Rishi Sunak e Theresa May. Da Casa Branca aparentemente ninguém se dará ao trabalho de vir à festa dos vassalos e assalariados (mas participa o activista indiano Satyarthi, prémio nobel apaparicado pela Administração Trump, para dar uma pincelada de humanismo). Isto tudo decorrerá com um governo português, em funções, louvado esta semana por Rutte, o delegado de propaganda bélica da 'NATO' (leia-se EUA), como um apoiante exemplar da guerra na Ásia Ocidental. Claro que este evento só podia ter lugar no Ritz e ser apoiado por uma das três televisões nacionais com uma agenda de extrema-direita (também podia ter sido qualquer uma das outras duas televisões privadas de notícias, uma ligada ao grupo Italiano fundado por Berlusconi, a outra agora sob o chapéu dos bilionários norte-americanos Ellison, principais apoiantes dos massacres em curso na Palestina e no Líbano). Dia 16 de Junho farei por estar longe do Parque Eduardo VII e dos seus visitantes no hotel contíguo.” Miguel Szymanski.
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