- O presidente Donald Trump prometeu na segunda-feira encontrar o «informador» que revelou que as forças americanas não conseguiam localizar o segundo piloto retido no Irão após o abate do seu caça F-15, ameaçando prender jornalistas não identificados que tenham recebido a informação caso não revelem a sua fonte. Fonte. "No início do dia, Donald Trump publicou no Truth Social: 'Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais voltar.' Isto vai dar jeito se algum dia chegarmos ao julgamento por crimes de guerra que tudo isto merece. A declaração de motivo e intenção é absolutamente clara. Não preciso dizer o quão vil isto é. É chocante, embora, de certa forma, se não se considerasse isto uma possibilidade real, então é porque não se estava a prestar atenção. Não há muito a dizer aqui, exceto falar sobre como devem comportar-se aqueles de nós que não são Donald Trump. Em primeiro lugar, qualquer comandante militar que receba ordens para começar a destruir infraestruturas civis no Irão deve desobedecer a essa ordem, deve dizê-lo, não deve sequer demitir-se discretamente. Este é o momento de se levantar e deixar claro que isto é totalmente inaceitável. Isto é uma violação de tudo aquilo que as forças armadas representam. É uma violação de tudo aquilo que a América representa. Em segundo lugar, qualquer membro da administração Trump: continuar no seu cargo a fazer o seu trabalho enquanto Trump leva a América no caminho de se tornar uma nação terrorista criminosa, não pode continuar em boa consciência." Pual Krugman, Substack.
- Ben Roberts-Smith, um ex-soldado das forças especiais australianas de 47 anos e condecorado com a Cruz de Vitória, foi detido e acusado de cinco crimes de guerra relacionados com o alegado homicídio de cinco civis afegãos entre 2009 e 2012. Roberts-Smith é acusado de ter disparado diretamente contra afegãos que não participavam em hostilidades no momento das suas mortes ou de ter ordenado esses disparos aos seus subordinados. Cada acusação acarreta uma pena máxima de prisão perpétua. Fonte.
- O Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou a suspensão das evacuações médicas de doentes da Faixa de Gaza, na sequência da morte de uma pessoa contratada para prestar serviços à Organização. Fonte.
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