Praia de Tenantitanapan, em Pajapan, Veracruz. Foto: NAYELI CRUZ/El País.
- Um enorme derrame de petróleo ocorreu no Golfo do México e já afetou mais de 600 km de litoral nos estados de Tabasco, Veracruz e Tamaulipas, causando danos a ecossistemas costeiros e marinhos, com registos de animais mortos (tartarugas, peixes, golfinhos) aparecendo nas praias. As progens do desastre ambiental permanecem por esclarecer. As autoridades mexicanas, incluindo a Pemex e a governadora de Veracruz, afirmaram inicialmente que o derrame não teve origem em instalações da empresa estatal, atribuindo o desastre a um navio privado e a fugas naturais de hidrocarbonetos. Mas dados de satélite mostram que o Árbol Grande, da Diavaz, empresa contratada pela Pemex desde 2018 para manutenção de tubos submarinos, esteve ancorado por mais de oito dias (9 a 16 de fevereiro de 2026) exatamente sobre um oleoduto ativo na área onde havia um grande derrame. Imagens de satélite e dados de rastreamento marítimo mostram uma mancha de óleo de mais de 50 km² à volta da embarcação durante esse período. O navio estava posicionado sobre o oleoduto "Old AK C", que transporta óleo Maya (mais viscoso) da plataforma AKAL-C para o terminal marítimo de Dos Bocas. O mesmo oleoduto já havia sofrido um derrame em maio de 2025. Fonte.
- Uma árvore a cada 15 metros: como Berlim se prepara para enfrentar as alterações climáticas. A capital alemã, impulsionada por uma iniciativa cidadã, estabeleceu como objetivo para 2040 arrefecer 170 «bairros quentes» em dois graus e aumentar as áreas verdes. Fonte.
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