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sábado, 7 de março de 2026

BICO CALADO

  • Nos tempos das Cruzadas, os ativistas recebiam as bênçãos da Igreja para matar. Também agora, a corte de Trump faz o mesmo. Querem mandar-nos para a Idade Média.
  • Órgão regulador exige investigação sobre uso de informação privilegiada após apostas «altamente suspeitas» sobre guerra no Irão. «Várias apostas muito substanciais foram feitas nos momentos finais antes do ataque de 28 de fevereiro», disse um representante da Public Citizen. Fonte.
  • Aviões militares de reabastecimento levantaram voo dos Açores com o ataque já em curso. Governo tinha garantido que nenhum avião participou no ataque. Bloco diz que Rangel já não tem condições para ser ministro. Fonte.
  • “A autorização dada pelo Governo português - a que nada o obrigava - para utilização da base das Lajes, nos Açores, nas operações do ataque conjugado dos EUA e de Israel ao Irão não confirma somente a atitude de subserviência primária de Lisboa face a Washington (que diferença face à dignidade do "não" de Madrid!...), mas também uma manifesta cumplicidade com a violação da Carta das Nações Unidas, quanto à proibição do uso da força nas relações internacionais (art. 2º, nºs 3 e 4), a qual vincula Portugal não somente no plano externo, como membro da ONU, mas também no plano interno, por força do art. 8º, nº 2, da CRP. De resto, a ilegalidade internacional da cedência apenas sublinha a indignidade do servilismo. Sustento há muito que, sem prejuízo da competência exclusiva e da liberdade de decisão do Governo na condução da política nacional, incluindo a política externa, existe, porém, um dever de consulta ao PR no caso da política externa (e também no caso da política de defesa), derivado do estatuto do chefe do Estado como representante externo da República. Dada a gravidade deste caso, penso que a AR e o País têm direito a saber de Belém duas coisas: (i) se o Governo cumpriu essa específica obrigação de consulta prévia; (ii) qual foi a posição tomada pelo PR. Há casos em que não pode haver nenhum direito de reserva política.” Vital Moreira, Causa nossa.
  • “Há aqui uma coisa que eu oiço e não estou a gostar (…) umas empresas agrícolas têm mais risco [e] o que a banca está a fazer, ainda que tenha uma garantia de 80% do Orçamento do Estado, está a emprestar primeiro a quem tem menos risco”. José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura. Fonte.

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