- "Uma investigação interna em curso do exército norte-americano concluiu, alegadamente, que os Estados Unidos são responsáveis por um ataque com mísseis Tomahawk a uma escola feminina iraniana, que matou pelo menos 175 pessoas no início da ofensiva norte-americana e israelita. Lembre-se de todos os defensores do império e apologistas que afirmaram que foi um míssil iraniano que falhou o alvo e atingiu a escola. Lembre-se de como todos eles, incluindo o presidente dos Estados Unidos, promoveram esta mentira de forma agressiva e uniforme. Então, compreenda que eles vão continuar a mentir assim durante toda a guerra. Lembre-se do secretário da Guerra, Pete Hegseth, gabando-se de como os EUA se livraram das «regras estúpidas de combate» destinadas a proteger civis, falando com dureza sobre como «isso nunca foi para ser uma luta justa, e não é uma luta justa. Estamos a atacá-los enquanto estão por baixo, que é exatamente como deve ser». Essas palavras têm um significado um pouco diferente agora que sabemos que ele estava a falar sobre o assassinato em massa de meninas. Em retrospetiva, acho que não deveria ter surpreendido ninguém que o tipo que escreveu um livro chamado «American Crusade» (Cruzada Americana) imediatamente mudou o seu título para Secretário da Guerra e iniciou uma cruzada contra o mundo muçulmano." Caitlin Johnstone, Eles mentiram sobre o bombardeamento da escola no Irão e vão continuar a mentir – Substack.
- «O complexo militar-industrial está a ganhar»: enquanto bombardeia o Irão, Trump diz aos fabricantes de armas para aumentarem a produção. Fonte.
- No Dubai, a guerra é de luxo, diz Ricardo Araújo Pereira.
- Os trabalhadores da agência Lusa cumpriram uma greve parcial acompanhada de concentrações em Lisboa e Porto. Junto à sede do Governo, cerca de uma centena de trabalhadores voltaram a contestar os novos estatutos e a restruturação que o Governo está a promover desde que o Estado se tornou acionista único da empresa. Estas mudanças estão a ser vistas como uma ameaça à independência da agência de notícias face ao poder político e o caso já chegou à Comissão Europeia pela mão da eurodeputada do Bloco Catarina Martins. Um dos administradores nomeados pelo ministro Leitão Amaro trabalhava em projetos do fundo Alpac Capital, ligado a figuras próximas do regime de Viktor Orbán na Hungria. Fonte.
Sem comentários:
Enviar um comentário