- 9 escolas charter (independentes, privadas) da rede KIPP vão encerrar. Tratar a educação como uma mercadoria leva à instabilidade, com escolas a abrir e a fechar como se fossem empresas. As escolas charter, exemplificadas pela KIPP, são socialmente irresponsáveis, instáveis e prejudiciais às comunidades. Fonte. Nota: As escolas charter recebem fundos públicos, mas estão isentas de muitas regras que regem as escolas públicas tradicionais. Quando os alunos mudam para escolas charter, «o financiamento acompanha a criança», mas os custos fixos da escola pública permanecem. Isso obriga as escolas distritais a cortar nas artes, desportos e pessoal, o que prejudica as notações de crédito municipais. Este setor é assolado por escândalos. Uma escola charter da Califórnia recebeu mais de US$ 180 milhões em financiamento indevido, gastando-o em conferências em hotéis de luxo, apesar de ter taxas de graduação de apenas 2% a 3%. Entre 2011 e 2022, 2.315 escolas charter fecharam. Os encerramentos são muitas vezes abruptos. Em 2025, cinquenta escolas charter encerraram, algumas com «menos de uma semana de antecedência» ou mesmo dias após a abertura. As escolas charter não apoiam alunos com deficiência e os que estão a aprender inglês. As escolas públicas ficam com o ónus de atender as crianças que são «expulsas ou punidas» pelas escolas charter. As escolas charter aumentam a segregação por raça, etnia e rendimento.
- O reitor da Universidade Nova de Lisboa, Paulo Pereira, determinou que todos os seus institutos e faculdades passem a utilizar, de forma obrigatória, a denominação oficial em língua portuguesa em documentos, plataformas digitais, suportes físicos, actos e procedimentos administrativos. A decisão por despacho deste bioquímico e professor da Faculdade de Ciências Médicas, formalizada por despacho assinado a 30 de Janeiro, e com efeitos imediatos, surge depois de se ter tornado recorrente o uso exclusivo de denominações em inglês por várias unidades orgânicas, inclusive em conteúdos e contactos dirigidos ao público nacional. Fonte.
- Israel utilizou armas em Gaza que fizeram milhares de palestinianos evaporarem. Investigação da Al Jazeera revela como munições térmicas e termobáricas fornecidas pelos EUA, que atingem 3.500 °C, não deixaram vestígios de quase 3.000 palestinianos. Fonte.
- Venda de crucifixos benzidos com o Jornal de Notícias causa incómodo nos meios católicos. Fonte.
- Legisladores do Texas alertam sobre «tortura, assassinatos e tratamento desumano» de detidos nas instalações do ICE em Fort Bliss. Pelo menos três detidos morreram nas instalações em apenas dois meses, incluindo um que, segundo testemunhas, foi sufocado até à morte pelos guardas. Fonte.
- Alunos da Domingos Capela manifestam-se na sexta-feira, 13 de fevereiro, às 9h, junto do edifício da Câmara Municipal de Espinho. O objetivo é alertar para a elevada degradação da escola, onde há salas inundadas e corredores com água acumulada, frio intenso nas salas de aula, escadas que mais parecem autênticos rios, colocando em risco a segurança de todos, ou tinta e partes do teto a cair, tetos a escorrer água e baldes espalhados para aparar infiltrações. Há turmas sem aulas práticas há três semanas e docentes que não têm conseguido ensinar, sendo “obrigados a adaptar constantemente as aulas ao estado dos espaços disponíveis. Fonte.
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