Smedley Darlington Butler (30 de julho de 1881 – 21 de junho de 1940) foi um major-general americano do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, escritor, ativista anti-guerra e denunciante.
- Em 1933, Smedley Butler envolveu-se numa controvérsia conhecida como Business Plot, quando disse a uma comissão do Congresso que um grupo de ricos industriais americanos estava a planear um golpe de Estado para derrubar o presidente Franklin D. Roosevelt. Butler também alegou que os conspiradores do suposto golpe pretendiam usar Butler, à frente de um grupo de veteranos, para prender o governo federal. Os indivíduos alegadamente envolvidos no golpe negaram a existência de tal conspiração e os media ridicularizaram as alegações de Butler, mas um relatório final após uma investigação por uma comissão especial da Câmara dos Representantes confirmou pelo menos parte do seu testemunho. Após reformar-se da Marinha, Butler tornou-se um crítico ferrenho da política externa e das intervenções militares norte-americanas, que ele via como sendo motivadas principalmente pelos interesses comerciais dos EUA. Em 1935, Butler escreveu o livro War Is a Racket (A Guerra é um Negócio), no qual argumentava que as motivações imperialistas tinham sido a causa por trás de várias intervenções americanas, muitas das quais ele participou pessoalmente. Butler tornou-se um defensor do movimento antigerra, discursando em reuniões organizadas por veteranos, pacifistas e grupos religiosos até sua morte, em 1940. Fonte.
- Enganados pelo TikTok: milhares de pessoas comparecem a fogos de artifício que nunca aconteceram. Nova Iorque nunca planeou isso para a véspera de Ano Novo, mas ninguém verificou as fontes oficiais antes de enfrentar uma noite gelada, confiando apenas nas redes sociais. Fonte.
- A empresa que está a processar a Gronelândia pelo direito de extrair minerais raros contratou uma empresa de lóbi com fortes ligações à administração Trump, aumentando a ameaça de uma ação dos EUA contra o território. Fonte.
- Os chamados “tracking polls” que a TVI, a CNN Portugal, o Jornal de Notícias e a TSF estão a difundir diariamente não passam de um truque estatístico de baixo custo: dois terços da amostra são reciclados dia após dia, transformando ruído em narrativa política. Uma ilusão de movimento que não mede eleitores — mas condiciona campanhas. Uma fraude metodológica apresentada como ciência, com a ERC a assistir em silêncio. Fonte.
- Dezenas de escritores e figuras culturais boicotaram o Festival de Adelaide, na Austrália, depois de os organizadores terem excluído a académica e escritora palestino-australiana Randa Abdel-Fattah do programa da Semana dos Escritores de Adelaide, previsto para o próximo mês. O festival removeu Abdel-Fattah da lista de participantes, apesar de ela ter participado da edição de 2023, onde presidiu e participou de várias sessões e discussões. Fonte.
- Os EUA bombardearam 7 países em 2025: Venezuela, Síria, Iraque, Irão, Nigéria, Yemen e Somália.
- De Noriega a Maduro: a longa história dos EUA de sequestro de líderes estrangeiros. Alan Macleod, MPN.
- Colonos israelitas ilegais roubaram cerca de 200 ovelhas e um veículo durante um ataque a uma cidade palestiniana a noroeste de Ramallah, na Cisjordânia ocupada, no início da manhã de sábado. Fonte.
- “Uma política externa adulta começaria pelo óbvio: o direito internacional ou vale para todos, ou deixa de valer para qualquer um. Se Bruxelas e Lisboa conseguem falar “sem hesitações” quando o infrator é um adversário, também devem conseguir fazê-lo quando o infrator é um aliado. Caso contrário, não é prudência: é dependência - e, no fim, é também vulnerabilidade, como se verá se, receio bem, depois de fazerem voz grossa, acabarem por entregar a Gronelândia a Trump.” Pedro Tadeu, Trump vai ficar com a Gronelândia? – DN 9jan2026.
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