
- Como funciona um fundo imobiliário. Raquel Varela, RTP3. E vai daí, descarta-se a catedrática de História, comentadora irreverente e inconveniente para os acólitos de órgãos de manipulação social. “Era, na RTP, a voz que , infelizmente, o jornalismo perdeu rendido que está às audiências e à banalidade (...) Raquel Varela, clara e genuinamente fora-do-sistema, era a voz incómoda que não cabe no comentarismo engravatado & profissional dos beijoqueiros de tribuna. Quando sabemos da interferência cirílica nas manobras de alguns partidos e da ascenção do terraplanismo na Ciência, perder a análise e o rigor de Raquel Varela no canal público é alarmante” escreveu Pedro Abrunhosa.
O stand do Chega com a relva da coligação PSD/IL. Foto: O Setubalense.- Membros do Chega apropriaram-se de parte do material relvado que a coligação PSD/IL tinha na zona ribeirinha do Montijo, para a colocar junto ao seu “stand” de campanha. Fonte.
- “(…) Tudo está subjugado à gestão da imagem de um presidente com ambições muito superiores às suas capacidades. A emoção que encena frente às câmaras contrasta com a falta de cuidado no terreno. Os anúncios morrem quando os holofotes se desligam. Os autoelogios chocam com a cidade que vemos. A mentira é sistemática. Tudo é postiço. E tudo é parasitado por uma máquina de comunicação que transforma em obra de Moedas o que foi feito pelo Governo, pelo seu antecessor, por universidades, pelas juntas de freguesia... A “Sábado” diz que a apropriação foi de 112 obras. Moedas martela números, transformando chaves distribuídas (porque mudam os inquilinos) em casas novas, rebatiza o que já existe para parecer novo, aldraba dados sobre crimes sem mais pudor que Ventura. Por pior que seja o passado, será o primeiro presidente a não deixar uma única melhoria na cidade. Como o abandono é visível, Manuela Ferreira Leite veio dizer que Lisboa está melhor no subsolo. Só que mesmo o plano de drenagem, única obra que tem para apresentar, foi, no que exige intervenção política (decisão, plano, adjudicação e contrato), herdada. E é porque os lisboetas conhecem a cidade que Moedas foge dela e tenta mobilizar o voto mais ideológico com o disco riscado do radicalismo. Não lhe sobra mais nada para dizer quando Lisboa se transforma num condomínio sujo, num parque temático abandonado, num desolador palco para a sua vaidade. (...)” Daniel Oliveira, O Postiço.
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