O Conselho das Finanças Públicas diz que o Governo confia demasiado na venda de imóveis e nos dividendos da CGD para conseguir o excedente do próximo ano. E nota variações inexplicáveis nas previsões do Governo de despesa na saúde, em juros, e no investimento público financiado pelo OE. Entre as contas do Terreiro do Paço e as do fiscalizador das finanças do Estado há uma discrepância de €2300 milhões. Expresso.

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