Newsletter: Receba notificações por email de novos textos publicados:

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

BICO CALADO

  • Jerónimo Martins ‘festeja’ na Eslováquia com 8 lojas, mas arrisca nova multa milionária na Polónia por falta de transparência na informação sobre os preços. Fonte.
  • Um ataque israelita ao Iémen atingiu os escritórios de dois jornais em Sanaa, matando dezenas de jornalistas e civis. O Sindicato dos Jornalistas Iemenitas condenou o ataque, classificando-o como um crime de guerra hediondo. De acordo com o Ministério da Saúde do Iémen, os ataques israelitas atingiram os escritórios dos jornais 26 de Setembro e Al-Yemen, matando pelo menos 25 jornalistas. O 26 de Setembro é o órgão de comunicação social das forças armadas e o Al-Yemen é um dos jornais mais lidos do país. Fonte.
  • Espanha proíbe dois ministros israelitas de entrar no país em retaliação às sanções. Fonte.
  • Irlanda, Espanha e Eslovénia ponderam retirar-se do Festival da Eurovisão se Israel for autorizado a participar em 2026. Fonte.
  • 4000 cineastas em todo o mundo comprometem-se a não trabalhar com Israel. Fonte.
  • A Câmara de Estarreja formalizou um conjunto de protocolos de colaboração financeira com as sete Fábricas das Igrejas Paroquiais, avançando com uma comparticipação de 624.650 euros para “investimentos para a conservação e reabilitação do património edificado de valor histórico e cultural, nomeadamente de todas as igrejas matriz do concelho.” Fonte.
  • Em 2018, o elevador da Glória descarrilou e em 2024 caiu 50 metros, e não houve qualquer relatório sobre estes incidentes. Este último incidente aconteceu no trajeto ascendente, ou seja desde a Praça dos Restauradores para o miradouro de São Pedro de Alcântara. Fonte.
  • Diogo Machado, presidente da concelhia de Aveiro do Chega e candidato à Câmara, confirmou a desistência do cabeça de lista do partido na freguesia de Aradas, Luís Silvano, um bombeiro profissional que foi expulso do INEM na sequência de um processo disciplinar por furto de gasóleo. Fonte.
  • “Ramalho leva para si 7 milhões pela venda do Banco, cujos activos foram pagos com o fundo público, ou seja, com dinheiro público que destinamos a maternidades e escolas – segundo o quadro legal do Estado português estes 7 milhões são legais e chamam-se “bónus”. Portugal – o Estado e sua classe dirigente – continua preparado para comprar aviões F35, caças de morte. O partido neofascista Chega foi a favor de tudo isto. O PSD executa e o PS aplaude discretamente.” Raquel Varela.

Sem comentários: