- “Cavaco não se engasgou nem perdigotou bolo-rei, porque não o havia. Desta vez, não teve quebra de tensão, não saiu em braços e, bem pelo contrário, manteve-se firme e hirto como uma barra de ferro. Rui Rio fazia expressões de transparência, o seu pensamento lia-se à distância, ele que não suporta Montenegro, e vice-versa, interrogava-se amiúde: o que é que eu estou aqui a fazer? Que frete, este! Santana, o homem que não só abandonou o partido mas, melhor ainda, criou um de raiz que concorreu contra o seu partido de sempre (este que tem a sede nacional onde ele refeiçoou), lá estava sentado e indultado, privilégio este só concedido a uns poucos, pois, por muito menos, outros são varridos (expulsos) do partido aos molhos. Mas Santana redimiu-se e lá levou uma garrafa de espumante Aliança, o que provocou uma certa azia nos presentes que viram neste gesto uma premeditada afronta. Manuela Ferreira Leite, esfíngica figura, não encarou Passos Coelho, ela que havia recusado, em tempos idos, a entrada de PPC nas listas para deputados. Curiosamente foi este mesmo Pedro Passos Coelho que destoou, e incomodou, com os seus avisos e aquele discurso reformista, o que levou alguns a murmurar "só faltava aqui este mete-nojo". Durão estava fora do país e mandou mensagem. Marcelo estava, como sempre, fora da realidade, e assim continuou. Menezes pouco ou nada ouviu. Fernando Nogueira nem se viu, nem se ouviu. Esta foi a possibilidade de todas as possibilidades, pois sendo a morte uma impossibilidade de todas as possibilidades, obviamente que os falecidos, e mais proeminentes, Sá Carneiro, Emídio Guerreiro e Mota Pinto, se estivessem entre nós não se prestariam a tal papel. Mas Balsemão podia ter ido. E não foi. Sabe-se lá porquê!? Foto de João Porfírio. Correia de Araújo, Refeiçoando sobre o lema ‘Todos os ex-presidentes do PSD estão comigo’ Balsemão estava encaixado na parede, penso eu de que.
- O Tribunal Geral da União Europeia decidiu contra a Comissão Europeia no caso “Pfizergate”, entendendo não serem válidos os seus argumentos para ter negado o acesso às mensagens de Ursula von der Leyen a uma jornalista do New York Times. O processo teve origem em 2023, com um pedido do jornal norte-americano para ver a troca de mensagens de texto entre a presidente da Comissão e o CEO da Pfizer, Albert Bourla, quando negociaram a aquisição de 1,8 mil milhões de vacinas contra a covid-19 num valor que ronda os 35 mil milhões de euros. O tribunal europeu considerou que a Comissão não providenciou uma “explicação plausível para justificar” a sua recusa nem para provar que as mensagens não continham informações importantes. Como tal, salientou que a retenção das comunicações teria de ser garantida, e que a atitude do executivo comunitário configura uma violação das regras para a transparência. Fonte.
- O discurso do ódio: Chega, Ventura e as mentiras contra a comunidade cigana. António Garcia Pereira, Notícias Online.
A propósito do caso da Spinumviva de Montenegro.
- Não visitem a América nem comprem produtos americanos. Richard Zimler, Visão.
- “Naquele tempo, o ainda almirante no ativo Gouveia e Melo afirmou, categórico, que "a política não precisa de militares’ e, insistentemente instado a dizer se alguma vez se dedicaria à política, respondeu: ‘Quando digo não, é não’; após o que declarou: ‘Se isso acontecer deem-me uma corda para me enforcar’. Como não quero que falte nada ao senhor almirante, aqui lhe deixo o artigo pedido.” José Gabriel.
- “Só os balões vazios têm naturalmente uma tendência para inchar.” Jorge de Sena, Breve ensaio sobre o mono-estilo em que se resolve o mistério do revisorismo literário, 1959.
- O Pentágono está a usar uma falsa ameaça chinesa para construir soldados geneticamente modificados. Fonte.



Sem comentários:
Enviar um comentário