“Quando falamos em perdas de água falamos de água não faturada. Atualmente existe um fenómeno na nossa região que são os consumos ilícitos. Vivemos numa região em que existem muitas moradias com jardins, com piscinas, etc. Criou-se um bocadinho a cultura de consumir água à margem das regras. É uma situação que não é tolerável. Quando detetamos essas situações instauramos um processo de contra-ordenação. Neste momento já vamos com mais de 100 processos instaurados que são remetidos aos municípios. Isto é a ponta do iceberg. Estamos a falar de coimas de milhares de euros. A que é consumida à margem, sem pagar, vai ter que ser diluído e pago por todos os outros que cumprem. Não é socialmente justo.”
Miguel Carrinho, director-geral da Águas do Ribatejo. O Mirante.

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