- No dia 26 de janeiro de 2025, 26 civis desarmados foram mortos a tiro por Israel e 147 ficaram feridos num massacre observado por forças de manutenção da paz da ONU, fortemente armadas, que não intervieram. Os civis estavam simplesmente a tentar regressar às suas casas, em conformidade com a Resolução 1701 do Conselho de Segurança das Nações Unidas e com o atual acordo de cessar-fogo. Então, o que é que correu mal com a UNIFIL? Será o síndroma de Srebrenica? Qual é o objetivo do armamento pesado utilizado pela força de manutenção da paz mais bem equipada da ONU, se nunca pode ser disparado? Porque é que a ONU não está a controlar as centenas de violações israelitas do acordo de cessar-fogo? Porque é que a ONU faz parte de um comité presidido por um general dos EUA? Estas e outras questões foram colocadas ao porta-voz da UNIFIL, Andrea Tenenti. Trata-se de uma conversa fascinante que constitui um documento extremamente importante sobre a incapacidade institucional de enfrentar a agressão israelita e norte-americana num momento crítico para o mundo inteiro. Fonte.
- Dias depois de Kash Patel ter respondido a perguntas sobre a sua nomeação para diretor do FBI, uma revelação sobre ética mostrou que ele tinha ganho pelo menos 5.000 dólares em consultoria para o governo do Qatar. Outro nomeado por Trump, o antigo deputado nova-iorquino Lee Zeldin, revelou o seu trabalho numa empresa de capital de risco fundada por um membro da realeza do Qatar. A nova Procuradora-Geral Pam Bondi, ainda há pouco era lobista do Qatar. O Qatar investiu grandes somas em lóbi no governo dos EUA, superando até mesmo grupos como a National Rifle Association ao gastar mais de US $ 72 milhões entre 2015 e 2022. O Qatar alberga a maior base militar dos EUA no Médio Oriente. Fonte.
- Milhares de pessoas já assinaram uma petição online propondo a compra da Califórnia para se tornar na “Nova Dinamarca”. Fonte.
- A União Europeia aprovou uma subvenção de quase um milhão de dólares a uma empresa dirigida por Gadi Eisenkot, um dos políticos israelitas que supervisionou o genocídio em Gaza. Fonte.
- Rangel nomeia oligarca do Cazaquistão para cônsul honorário de Portugal. Filho de um antigo governante da era soviética, Dias Suleimenov é parceiro dos negócios do homem mais rico do país: o genro do autocrata Nazarbayev. Após as privatizações, ocuparam ao mesmo tempo cargos de decisão em empresas públicas e privadas com ligações ao setor petrolífero, acumulando fortuna em offshores e contas na Suíça. Fonte.
- Falso salvador: Jimmy Carter. Michael K. Smith, Dissident Voice.
- Em 1995/1996 (não tenho de memória), em plena ressaca do fim do cavaquismo, Marques Mendes foi a uma assembleia distrital do PSD em Santo Tirso, à porta fechada, desancar o "regime" do "nunca me engano e raramente tenho dúvidas" do qual tinha sido porta-estandarte e fiel servidor sem uma crítica que se lhe ouvisse. (…) Pois nessa noite, deu-lhe para um balanço demolidor do cavaquismo. Eu e a minha querida Filomena Fontes, então no Público (e de quem tenho muitas saudades) aparecemos por lá, mesmo sabendo que a entrada estava vedada a jornalistas. (...) Deu-se, porém, a sorte de a assembleia estar a ser gravada no estúdio do anfiteatro. Espreitando a oportunidade, a Filomena e eu sentamo-nos, aconchegadinhos, na penumbra, e gravámos a sessão. Dois dias depois, o DN (onde eu estava) e o Público fizeram manchete com o discurso de Marques Mendes naquela assembleia. Palavra por palavra, tudo fiel, tudo igual. (…) Marques Mendes, possesso, enviou duas cartas para o DN e para o Público a desmentir a notícia e a sua "barrela" do cavaquismo, naquela noite em Santo Tirso, sem se dar conta do ridículo que era estar a desmentir dois dos principais jornais do País que, por acaso, traziam a mesma notícia e as mesmas declarações dele. Mas ele manteve a sua. Por isso, quando penso em Marques Mendes, penso nisto. Penso na palavra ridículo e na falta de memória do que ele foi durante o cavaquismo, agora que o lifting de oráculo da nação e da corrida para Belém fazem o seu caminho. Confiem nele, confiem… (Ah, claro: se for necessário, ainda devo ter os recortes e a gravação, se for caso disso...)” Miguel Carvalho, UMA COISA QUE EU SEI SOBRE MARQUES MENDES.

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