As empresas norte-americanas que desenvolvem uma nova geração
de pequenas centrais nucleares para alegadamente ajudar a reduzir as emissões
de carbono confrontam-se com um grande problema: apenas uma empresa vende o
combustível de que necessitam, e é russo.
E é por isso que o governo dos EUA procura urgentemente
utilizar algum do seu arsenal de urânio de qualidade militar para ajudar a
abastecer os novos reactores avançados e dar o pontapé de saída a uma indústria
que considera crucial para que os países atinjam os objectivos globais de emissões
net-zero.
Reuters/USNews.

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