- Soldados formados pela UE responsáveis pela morte de civis no Mali. Juliet Ferguson, Open Democracy.
- Assembleia Municipal de Setúbal: Testemunhos de quem conhece o trabalho de integração de comunidades de leste em Setúbal.
- Promessas cumprem-se em Fátima, mas com velas mais caras. O movimento junto às lojas de recordações deixa os comerciantes animados. O Mirante.
- «O tráfico de escravos no Atlântico, a maior e mais continuada migração forçada por via marítima em toda a história humana, envolveu o transporte de pessoas, mercadorias, plantas e germes entre quarto continentes – Ásia, Europa, África e América. No seu auge, por volta de 1780, cerca de 260 embarcações cruzavam anualmente o oceano ara transportar 79 mil cativos de África para o Novo Mundo. Eram capturados e comprados ao longo do litoral africano, numa extensão territorial de quase 6 mil quilómetros de comprimento por outros mil de largura, da atual fronteira da Mauritânia com o Senegal até o sul Angola. Nas décadas seguintes, essa faixa costeira dedicada à captura, à compra e à venda de seres humanos estender-se-ia por outros 4 mil quilómetros com a inclusão de Moçambique no roteiro do tráfico de escravos para o Brasil. O banco de dados Slave Voyages regista que havia um total de 188 portos de partida de cativos no continente africano. Vinte deles respondiam, sozinhos, por 93% de todo o tráfico no Atlântico.» Laurentino Gomes, Escravidão – Porto Editora 2021, p 183

Sem comentários:
Enviar um comentário