- O Público sabe muito bem como lavar a imagem do ministro das Finanças britânico. Vejam como, segundo o jornalista, ele é tão ‘competente e educado’.
- O canal de televisão italiano La7 acaba de dar um valente tiro no pé. Mostrou o número de série do míssil Tochka-U que atingiu a estação de Kramatorsk. Graças ao número de série SH91579, sabe-se que o míssil foi rastreado até ao exército ucraniano. Vox News.
- «(...) Os EUA estão a tornar-se uma kataskopocracia como demonstra a vontade da administração Biden de rasgar a Primeira Emenda a fim de processar Assange ao abrigo da Lei de Espionagem, porque a CIA e o FBI o exigem. É igualmente demonstrado pelo papel das agências de segurança na supressão da verdade sobre Hunter Biden e os seus laços corruptos com a Ucrânia. O portátil de Biden foi, como afirmei na altura e é agora admitido até pelo New York Times, uma fuga inadvertida totalmente verdadeira. Recorde-se que desde quando o seu pai era vice-presidente, Hunter Biden recebia 85.000 dólares por mês da Burisma, uma companhia de eletricidade ucraniana que Hunter nunca visitou e para a qual não prestou qualquer trabalho. Quando o seu computador portátil foi entregue ao New York Post, revelando provas obscenas de sexo e drogas e, sobretudo, de flagrante tráfico da influência do seu pai, toda a "respeitável" influência dos media o ridicularizou como uma fraude e, pasme-se, tanto o Twitter como o Facebook suprimiram qualquer referência ao mesmo como "notícia falsa". Esta supressão foi defendida pelos serviços de segurança dos EUA, contatando os media e os porteiros da Internet ao mais alto nível, e liderando uma campanha pública através da ativação de agentes aposentados. O estória do portátil de Biden foi divulgada a 14 de outubro de 2020, três semanas antes do dia da votação nas eleições presidenciais. A sua supressão pelas principais redes sociais, Twitter e Facebook, a pedido dos serviços de segurança, é a maior interferência ilegítimanuma eleição na história ocidental moderna. O facto de a Ucrânia ser o cenário de tanta corrupção de Biden e filho, mas nenhuma crítica à Ucrânia ser atualmente considerada legítima, fez com que agora fosse um bom momento para os media aprovados admitirem que as estórias proibidas eram de facto verdadeiras, quando agora ninguém está a ouvir. Também estamos a ver artigos crédulos sobre a razão pela qual os nazis não são realmente maus de todo. Um oligarca ucraniano foi o maior doador individual da Fundação Clinton, e os laços obscuros entre o sistema político norte-americano e a Ucrânia ainda estão a emergir (…) A recente fuga de informação do Credit Suisse, mais uma vez manipulada e censurada pelos principais media, revelou que os ucranianos são a maior nacionalidade europeia envolvida, mas os media sonegaram-nos pormenores exceto dois ucranianos "por coincidência" pró-russos em 1.000 contas ucranianas. Qualquer outra informação sobre oligarcas ucranianos ligadas ao governo ucraniano contida nos documentos do Credit Suisse é suprimida por aqueles que as controlam, o que no Reino Unido inclui o jornal Guardian e James O'Brien da LBC. Na Ucrânia, o material foi partilhado apenas por jornalistas pró-governamentais. (…)» Craig Murray, Striving to Make Sense of the Ukraine War – Brave New Europe.

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