terça-feira, 22 de junho de 2021

Ambientalistas contra apoio a conversão de central a carvão para biomassa

  • A Trustenergy, principal acionista da central do Pego em Portugal, anunciou a sua intenção de converter a unidade de queima de carvão da central para biomassa. Embora a Trustenergy afirme que apenas resíduos florestais seriam queimados no Pego, na prática, isso traduzir-se-ia em queimar árvores. Os impactos da queima de biomassa para produção de eletricidade em Portugal já são devastadores em termos de perda de qualidade do solo, capacidade de armazenamento de água, biodiversidade e coberto de árvores autóctones. Também é muito provável que grandes quantidades de madeira necessitem de ser importadas dos EUA e de outros países produtores de pellets. Além disso, a conversão do Pego exigirá um forte subsídio público. Por estes motivos, foi enviada uma carta aberta assinada por nove ONGs ambientais em Portugal (ACRÉSCIMO, ANP, WWF Portugal, CLIMÁXIMO, FAPAS, GEOTA, Greve Climática Estudantil, QUERCUS e ZERO) e apoiada por mais de 50 grupos a nível internacional para exigir ao Governo Português e à Comissão Europeia que NÃO utilizem fundos públicos para financiar a conversão do carvão para biomassa na central do Pego.
  • O centro histórico de Viseu vai estar encerrado ao trânsito automóvel  às sextas-feiras, sábados e domingos até 21 de setembro, às sextas-feiras e sábados, entre as 16 e as 23.30 horas, e aos domingos, entre as 15 e as 19 horas. CM Viseu.
  • Em Samora Correia, uma sucateira instalada em zona residencial é um tormento para a vizinhança que se queixa do ruído. A Câmara de Benavente quer deslocalizá-la para zona industrial, mas a CCDR diz que não pode ser encerrada por funcionar em habitação particular. O Mirante.
  • A Assembleia Municipal de Mação chumbou as contas da Tejo Ambiente referentes a 2020, primeiro ano de funcionamento em pleno da nova empresa intermunicipal. Desde que Mação entrou na organização que gere os sistemas de abastecimento de água e saneamento básico de Ourém, Tomar, Sardoal, Vila Nova da Barquinha e Ferreira do Zêzere, que tem havido alguma crispação. O presidente da Câmara de Mação, Vasco Estrela, chegou mesmo a demitir-se da presidência da assembleia-geral da empresa no final de 2020 como forma de protesto pela discriminação que diz ter sentido para com o seu concelho. “A Tejo Ambiente continua a deixar de parte o município no plano de investimentos previsto”, criticou o autarca. Os problemas reportados têm motivado queixas por parte dos consumidores, nomeadamente em relação à facturação, falta de qualidade do serviço prestado na recolha de lixo, entre outros. O Mirante.

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